Endesa. Gestor espanhol sucede a Nuno Ribeiro da Silva (com áudio)

Guillermo Soler Calero é o novo CEO da Endesa Portugal. O gestor está no país desde 2001.

Guillermo Soler Calero é o novo diretor-geral da Endesa Portugal, sucedendo assim a Nuno Ribeiro da Silva.

Com 51 anos, o gestor ocupava até agora o cargo de diretor comercial do negócio do segmento residencial (B2C). Na empresa há 24 anos, está em Portugal desde 2001 e foi o responsável pela gestão de vendas para os mercados residencial e negócios em Portugal. É licenciado em Gestão e Administração de Empresas pela Universidade Internacional da Catalunha em 1995

O diretor irá “liderar a estratégia de crescimento da empresa em Portugal com base no projeto de transição justa do Pego, nos inovadores projetos de renováveis conseguidos nos últimos anos nos processos de leilão e no excelente desempenho comercial”, um investimento de 600 milhões de euros.

Segundo a Endesa, “ao longo destes anos, desempenhou um papel decisivo para tornar a empresa no segundo maior comercializador de eletricidade do país”.

Ao projeto do Pego, “juntam-se os projetos solares obtidos em 2020 no Algarve (o primeiro desenvolvimento fotovoltaico da Endesa com baterias na Península Ibérica) e em 2022 na barragem do Alto Rabagão (também o primeiro projeto solar flutuante da empresa hibridizado com energia eólica e baterias na Península Ibérica). A Endesa dispõe ainda em carteira 3.000 MW de energia renovável a desenvolver durante a presente década em Portugal”.

A Endesa conta com 677 mil clientes de eletricidade e gás natural em Portugal no segmento residencial e empresarial.

Na semana passada, Pedro Almeida Fernandes foi nomeado para suceder a Nuno Ribeiro da Silva, mas na liderança da Endesa Generacion Portugal, que está responsável pela produção de eletricidade no país.

“Quando iniciámos o percurso na Endesa, no final de 2005, a empresa era exclusivamente um produtor de energia elétrica a carvão em Portugal, uma realidade que me orgulho de ter ajudado a mudar ao longo das duas últimas décadas, para uma companhia que virou a página ao carvão em 2021, e que agora se dedica à produção elétrica a partir do gás natural e de fontes renováveis, apoiando a transição do país para uma economia neutra em carbono, com independência energética reforçada”, escreveu Pedro Almeida Fernandes nas redes sociais há uma semana.

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