Escolas de Negócios portuguesas brilham em ranking do “FT”

A Nova SBE apanhou a Católica-Lisbon, ocupando o 23.º lugar ex-aequo de melhor escola europeia de economia e gestão em 2016. No top 90 do Financial Times figura ainda a Porto Business School.

Charles Platiau/Reuters

O 23.º lugar obtido ex-aequo pela Católica-Lisbon Business School e pela Nova Business School é o melhor lugar de sempre atribuído a uma escola de negócios portuguesa pelo prestigiado jornal inglês Financial Times.

A Católica foi a primeira escola de negócios em Portugal a integrar esta lista, destacando-se de forma contínua como a melhor no país.

A Nova SBE subiu cinco lugares em relação ao ano passado e igualou a Católica-Lisbon. Num ano de excelente performance, as duas mais cotadas escolas de negócios portuguesas surgem à frente de instituições prestigiadas como a finlandesa Aalto University, a dinamarquesa Copenhagen Business School e a irlandesa University College Dublin.

A análise do jornal britânico destaca, mais uma vez, a excelência académica e o ambiente multicultural da Nova SBE com 100% dos professores doutorados, 37% de mulheres no corpo docente.

O facto de sido a melhor escola portuguesa (ex-aequo) neste rankinkg “é o resultado da nossa aposta na internacionalização, um dos marcos no projeto de desenvolvimento da Nova SBE”, sublinha o diretor da Nova SBE, Daniel Traça.

A Porto Business School volta igualmente a estar entre as melhores escolas de negócios europeias, ocupando a 62.ª posição.

No ranking publicado esta segunda-feira, 5 de dezembro, e que avalia as escolas de negócios em cinco categorias – Mestrados em Gestão, MBA full-time, MBA Executivo, Formação para Executivos Aberta e Formação para Executivos Customizada (programas criados à medida das necessidades das empresas) -, a Porto Business School é a única a subir na categoria “MBA Executivo”, ocupando o 54.º lugar. Nas categorias “Executive Education” e “Custom” ocupa o 30.º e 33º. lugar, respetivamente.

Na Católica-Lisbon, o FT destaca a sua “capacidade de atração de talento a nível do corpo docente e estudantil, a excelência da sua oferta formativa, bem como a sua vocação marcadamente internacional, com 40% de professores estrangeiros e cerca de 50% de alunos estrangeiros.

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