Estado tem centenas de falsos bolseiros ao serviço

Fundação de Ciência e Tecnologia tem 80 pessoas a trabalhar com falsas bolsas de Investigação.

Centenas de falsos bolseiros ao serviço foram contratados para desempenhar tarefas administrativas de forma permanente, mas são pagos com bolsas da Fundação para a Ciência e Tecnologia, de acordo com o programa Sexta às 9, da RTP.

“Nós somos pessoas que trabalhamos de forma invisível”, afirmou um anónimo, em declarações ao canal informativo.

A investigação da RTP expõe uma realidade paralela, escondida no interior da Administração central, de vários institutos Públicos, Museus e Universidades. A estação pública identificou, pelo menos, 180 funcionários que trabalham, nesta situação, para o Estado.

Alguns integram mesmo um projeto criado pela historiadora Maria Fernanda Rollo, atual secretária de Estado da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior.

Diz a RTP que há até um jardineiro a receber um ordenado que é afinal uma bolsa.

Recomendadas

Topo da Agenda: o que não pode perder nos mercados e na economia esta quinta-feira

O Banco de Portugal divulga esta quinta-feira o Boletim Económico de outubro, A expectativa quanto a estas previsões é significante, especialmente depois da pressão do Presidente da República para que o Governo divulgasse as projeções macroeconómicas antes de anunciar o Orçamento do Estado para 2023.

FMI estima que a espiral de salários-preços ainda é um “risco limitado”

A ausência de uma espiral preços-salários não deve levar os líderes a não agirem para combater a inflação persistente, considera ainda o Fundo Monetário Internacional.

Compra de carros de luxo pela TAP “é um problema de bom senso”, diz Marcelo Rebelo de Sousa

“Já falei em relação a várias entidades públicas no passado e em relação à distribuição de dividendos e em relação aos salários e entendo que quando se está num período de dificuldade deve fazer-se um esforço para dar o exemplo de contenção”, defendeu hoje Marcelo Rebelo de Sousa.
Comentários