PremiumEstafetas preferem liberdade a um contrato de trabalho

Governo propôs um mecanismo de presunção de contrato de trabalho entre as plataformas digitais e os estafetas, mas estes últimos garantem que preferem a liberdade e flexibilidade do modelo atual a terem “um patrão, que os pressione”.

Quanto Tatiana Martins (nome fictício) se viu sem trabalho, depois de quase 40 anos como professora do ensino superior, e com o subsídio de desemprego a acabar, decidiu pedir a antecipação da reforma, mas os cortes que foram aplicados, nesse âmbito, aos seus rendimentos levaram-na a voltar ao mercado de trabalho, em busca de um complemento para o seu orçamento mensal.

Aos 60 anos, resolveu dar uso à sua mota e inscreveu-se na plataforma digital Glovo. Desde então – já se passaram, entretanto, cinco anos –, tem feito entregas na capital portuguesa e garante que não trocaria a “liberdade, flexibilidade e autonomia” de ser estafeta por um contrato de trabalho.

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