Premium“Estamos a fazer tudo para a Bielorrússia não ser esquecida”, diz líder da oposição na Bielorrússia

Sviatlana Tsikhanouskaya, a ativista de 39 anos que substituiu o marido, Sergei Tikhanovsky, preso a 29 de maio de 2020, como candidata da oposição às presidenciais de 2020, continua empenhada na missão que abraçou em nome da oposição bielorrussa e de todos os bielorrussos que anseiam por um país democrático. Está ciente que “todos os países estão a viver momentos difíceis, não só a Ucrânia e a Bielorrússia”. E sublinha que se trata de “um enorme desafio para toda a Europa”. Mas desistir não é uma opção.

A 14 de agosto de 2020 os chefes da diplomacia dos 27, decidiram, numa reunião extraordinária realizada por videoconferência, desencadear o processo de instauração de novas sanções contra dirigentes da Bielorrússia. O anúncio foi feito pelo Alto Representante da União Europeia (UE) para a Política Externa, Josep Borrell, na sua conta oficial na rede social Twitter.

“A UE não aceita os resultados das eleições. Começam os trabalhos para sancionar os responsáveis pela violência e falsificação” dos resultados, escreveu então o chefe da diplomacia europeia. O Conselho extraordinário convocado por Borrell foi a reação europeia ao agravamento da repressão das manifestações que ocorreram um pouco por todo o país a contestar os resultados oficiais das eleições.

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