Estarão as empresas prontas a seguir as práticas ESG?

O tema sobre as questões em torno da sustentabilidade está cada vez mais presente e a consciencialização da sociedade tem também acompanhado esta matéria.

As práticas ESG (Ambiental, Social e Governança) correspondem a um novo paradigma para os mercados, nomeadamente para os mercados de capitais que, através destas práticas, podem exercer as suas atividades mas de uma forma mais sustentável.

A relevância do impacto ambiental das empresas no meio ambiente tem começado a fazer parte da cultura empresarial, tendo em conta, por exemplo, as emissões de dióxido de carbono emitidas no decurso da atividade da empresa a fim de se conseguir atingir a neutralidade carbónica. As empresas devem considerar os critérios ESG como uma ferramenta para avaliar potenciais riscos, mas também para explorar oportunidades de crescimento, decorrentes das tendências globais como, por exemplo, a tendência da digitalização ou a economia circular.

Saiba qual o posicionamento da XTB nas práticas ESG.

Receptividade das empresas a esta transformação

Apesar dos esforços, a receptividade das empresas continua modesta à prática dos novos modelos mais sustentáveis. Há, inclusive, empresas que têm reportado uma quebra na produtividade e nas receitas com a aplicação destas novas práticas.

O gráfico abaixo reflete a fraca adesão das empresas ao longo dos últimos anos, embora as projeções até 2026 sejam mais animadoras e ambiciosas.

Fonte: Harvard Law School

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No início de 2018, mais de 30 triliões de dólares do total de ativos sob gestão já estavam incluídos nos critérios ESG. De acordo com uma previsão publicada pelo Deutsche Bank, espera-se que os investimentos segundo as práticas ESG continuem a crescer e que ultrapassem a marca dos 100 triliões de dólares até 2030.

Para além da fraca adesão até então registada, o facto de não existirem normas concretas sobre os critérios ESG leva a que muitas das empresas acabem na verdade por não perceberem do que se trata, tornando ainda mais difícil.

A padronização destes critériospoderá ajudar as empresas a adotarem mais firmement estas novas práticas, dada a atual incerteza à volta do tema.

Neste momento, as empresas mais empenhadas em seguir as práticas ESG são:

     Microsoft

     Linde

     Accenture

     J.B. Hunt

     Xylem

Interessado em empresas que seguem as práticas ESG? Saiba como se pode posicionar no mercado acionista.

Curiosamente, são as empresas inseridas no setor tecnológico que têm tido mais preocupação em acompanhar a adoção de modelos mais sustentáveis. Continua, no entanto, a prender-se a questão: será que estas práticas passaram a ser vistas de outra forma pelas suas congéneres?

 

Este material é uma comunicação de marketing na aceção do artigo 24.º, n.º 3, da Diretiva 2014/65 / UE do Parlamento Europeu e do Conselho, de 15 de maio de 2014, sobre os mercados de instrumentos financeiros e que altera a Diretiva 2002/92 / CE e Diretiva 2011/61/ UE (MiFID II). A comunicação de marketing não é uma recomendação de investimento ou informação que recomenda ou sugere uma estratégia de investimento na aceção do Regulamento (UE) n.º 596/2014 do Parlamento Europeu e do Conselho de 16 de abril de 2014 sobre o abuso de mercado (regulamentação do abuso de mercado) e revogação da Diretiva 2003/6 / CE do Parlamento Europeu e do Conselho e das Diretivas da Comissão 2003/124 / CE, 2003/125 / CE e 2004/72 / CE e do Regulamento Delegado da Comissão (UE ) 2016/958 de 9 de março de 2016 que completa o Regulamento (UE) n.º 596/2014 do Parlamento Europeu e do Conselho no que diz respeito às normas técnicas regulamentares para as disposições técnicas para a apresentação objetiva de recomendações de investimento, ou outras informações, recomendação ou sugestão de uma estratégia de investimento e para a divulgação de interesses particulares ou indicações de conflitos de interesse ou qualquer outro conselho, incluindo na área de consultoria de investimento, nos termos do Código dos Valores Mobiliários, aprovado pelo Decreto-Lei n.º 486/99, de 13 de Novembro. A comunicação de marketing é elaborada com a máxima diligência, objetividade, apresenta os factos do conhecimento do autor na data da preparação e é desprovida de quaisquer elementos de avaliação. A comunicação de marketing é elaborada sem considerar as necessidades do cliente, a sua situação financeira individual e não apresenta qualquer estratégia de investimento de forma alguma. A comunicação de marketing não constitui uma oferta ou oferta de venda, subscrição, convite de compra, publicidade ou promoção de qualquer instrumento financeiro. A XTB, S.A. – Sucursal em Portugal não se responsabiliza por quaisquer ações ou omissões do cliente, em particular pela aquisição ou alienação de instrumentos financeiros. A XTB não aceitará a responsabilidade por qualquer perda ou dano, incluindo, sem limitação, qualquer perda que possa surgir direta ou indiretamente realizada com base nas informações contidas na presente comunicação comercial. Caso o comunicado de marketing contenha informações sobre quaisquer resultados relativos aos instrumentos financeiros nela indicados, estes não constituem qualquer garantia ou previsão de resultados futuros. O desempenho passado não é necessariamente indicativo de resultados futuros, e qualquer pessoa que atue com base nesta informação fá-lo inteiramente por sua conta e risco.

 

Este conteúdo patrocinado foi produzido em colaboração com a XTB.

 

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