Estivadores. Greve prossegue até 21 de janeiro

O Sindicato dos Estivadores vai prolongar a greve no porto de Lisboa, inicialmente marcada entre 14 e 31 de dezembro.


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Os estivadores de Lisboa contestaram a acusação de que estão a ser alvo e dizem não ser responsáveis pela limitação das operações portuárias da capital, remetendo para os próprios operadores a responsabilidade desse congestionamento.

De acordo com o Sindicado dos estivadores de Lisboa a “situação caótica” que se vive no porto de Lisboa, provocada “pela limitação das operações portuárias com o consequente congestionamento dos navios que demandam o porto e mesmo o desvio de alguns navios para outros portos, nomeadamente Aveiro, Leixões, Sines e mesmo portos estrangeiros”, não é da sua responsabilidade.

No entanto, a notícia, avançada esta terça-feira, pelo Diário Económico que avança que o grupo dinamarquês Maersk, o maior armador do mundo, vai abandonar o Porto de Lisboa devido às perturbações causadas pela greve. Os estivadores assinalam que a saída do grupo Maersk “não está relacionada, até ao momento, com a greve em curso” destes profissionais, mas sim com “uma situação operacional deficiente que tem vindo a ser oferecida pelos operadores/empresas de estiva que detêm as concessões dos terminais portuários de Lisboa e não está relacionada, pelo menos até ao momento, com a greve em curso”, explica o sindicato em comunicado.

Em sua defesa, os estivadores assinalam que “os operadores apressam-se a responsabilizar os estivadores e a apontar o dedo à greve”.

O Sindicato dos estivadores de Lisboa vai participar numa reunião entre parceiros sociais do International Dockworkers Council (IDC), a 18 de dezembro. O IDC tinha promovido em fevereiro de 2014 uma reunião semelhante que contribuiu com “tão bons resultados para o normal funcionamento do porto de Lisboa”.

OJE

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