Estivadores. Pré-aviso de greve

O Sindicato dos Estivadores, Trabalhadores do Tráfego e Conferentes Marítimos do Centro e Sul de Portugal entregou um pré-aviso de greve que irá arrancar a 14 de novembro. Antes do início da greve, os estivadores poderão marcar presença na manifestação de 10 de novembro, pelas 15h00, frente à Assembleia da República, no dia da votação do programa […]


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O Sindicato dos Estivadores, Trabalhadores do Tráfego e Conferentes Marítimos do Centro e Sul de Portugal entregou um pré-aviso de greve que irá arrancar a 14 de novembro.

Antes do início da greve, os estivadores poderão marcar presença na manifestação de 10 de novembro, pelas 15h00, frente à Assembleia da República, no dia da votação do programa de governo e das moções de censura, “na qual irão participar trabalhadores, desempregados, movimentos sociais e sindicatos que lá estarão para fazer o enterro do pior governo constitucional e celebrar a sua queda”.

“Em causa está o fim do contrato colectivo de trabalho, motivado pelas negociatas que estão a ser feitas no porto de Lisboa, cuja venda foi, em devido tempo, denunciada em comunicado”, refere o sindicato em nota enviada à imprensa.

Aquele Sindicato, representa os trabalhadores portuários integrados no respectivo âmbito estatuário, que exercem a sua actividade profissional na área do porto de Lisboa e também nos portos de Setúbal e da Figueira da Foz.

A greve à prestação de trabalho naqueles portos e irá prologar-se por 10 dias, entre as 8h00 de 14 de novembro de 2015 e as 8h00 de 24 de novembro. Os períodos de incidência operacional e a duração diária irão variar de acordo com uma escala fixada pelo sindicato.

A greve irá envolver os trabalhadores portuários efetivos e também aqueles que possuam vínculo contratual de trabalho portuário de duração limitada, cujas entidades empregadoras ou utilizadoras sejam Empresas de Trabalho Portuário ou empresas de estiva em atividade nos referidos portos,.

A paralisação afetará todas e quaisquer operações incidentes sobre a carga e/ou descarga ou sobre a mera movimentação de bens ou mercadorias, em navio ou fora dele, a realizar na zona portuária da área de jurisdição do porto, seja qual for a entidade responsável pelas operações e seja qual for a condição contratual dos respectivos trabalhadores.

OJE

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