PremiumEUA: Colégio eleitoral tem reunião mais esperada de sempre

Joe Biden ainda não se livrou das iniciativas de Donald Trump contra os resultados eleitorais. E o país continua suspenso, enquanto a pandemia não dá tréguas e a economia se mantém em ‘stand by’.

Depois de um momento de preocupação perante a forma como Donald Trump decidiu lutar contra a vitória do democrata Joe Biden nas eleições de 3 de novembro, o mundo passou à fase de consternação e está finalmente a entrar na que se espera ser a última fase, a do puro divertimento. Mas não é assim que os norte-americanos observam os curiosos avatares de Trump – que, segundo informações recentes, já angariou 170 milhões de dólares desde o dia das eleições, doados para que o antigo presidente continue a suportar os custos da sucessão de iniciativas que todos os dias vão surgindo.

A mais recente foi protagonizada pelo estado do Texas – onde Donald Trump venceu – que decidiu abrir um processo contra a Geórgia, Michigan, Pensilvânia e Wisconsin no Supremo Tribunal dos Estados Unidos, alegadamente pela existência de alterações ilegais aos procedimentos eleitorais. Mais particularmente, o Texas acusa os funcionários judiciais dos quatro estados de não protegerem a votação por correio contra eventuais fraudes.

A ação extraordinária, anunciada pelo procurador-geral do Texas, o republicano Ken Paxton, foi apresentada diretamente ao Supremo Tribunal dos Estados Unidos – onde existe uma maioria conservadora de 6-3, incluindo três juízes nomeados por Donald Trump – como é obrigatório em certos litígios entre estados.

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