Euronext diz que PSI não sofre alterações na revisão trimestral

A plataforma onde a Bolsa de Lisboa está integrada concluiu que na revisão trimestral o PSI fica sem alterações na sua composição, ou seja mantém os 15 títulos.

A Euronext anunciou hoje os resultados da revisão trimestral do PSI, que será implementada após o fecho dos mercados na sexta-feira, 17 de junho de 2022, e entrará em vigor na segunda-feira, 20 de junho de 2022.

A plataforma onde a Bolsa de Lisboa está integrada concluiu que na revisão trimestral o PSI fica sem alterações na sua composição, ou seja mantém os 15 títulos.

O PSI é revisto trimestralmente em junho, setembro e dezembro. A revisão anual completa é em março.

Desde que mudaram as regras relativas aos requisitos o principal índice da bolsa de Lisboa ficou reduzido a 15 títulos.

As regras exigem no mínimo 100 milhões de euros de valor bolsista em free float (capital disperso). Mas o valor pode cair para 75 milhões sem que a cotada tenha de sair do índice na revisão trimestral. A próxima revisão trimestral é no dia 9 de junho. Só na revisão anual é que um título pode sair se não se verificar o critério dos 100 milhões em free float.

Depois cada cotada do PSI  tem de ter 15% do capital em free float, mas há tolerância para que dois títulos no PSI possam ter entre 10% e 15% na revisão anual. O que segura as empresas que estão no limite de violar os limiares.

Recomendadas

Wall Street fecha misto depois de um dia pouco definido

A maioria das ações dos principais índices dos Estados Unidos mantiveram-se indefinidos entre o verde e o vermelho. O histórico do primeiro semestre, que fecha esta quinta-feira, será dos piores em décadas.

EDP, NOS, Galp, CTT e BCP arrastam Lisboa para perdas. Europa em queda

“O corte das estimativas de crescimento económico para 2022 de 4% para 2,5%, por parte do governo francês e a revelação de que a inflação em Espanha, a quarta maior economia da zona euro, terá atingido um novo recorde em junho foram fatores adicionais de pressão para o mercado europeu”, refere o analista do BCP.

BlackRock defende que transição da economia para “zero emissões” implicará uma redistribuição massiva de ativos nas carteiras

A BlackRock considera que os preços de mercado ainda não refletem plenamente os riscos e as oportunidades da transição, acreditando que as empresas que estão mais preparadas para a transição e mais capazes de aproveitar as suas oportunidades devem continuar a beneficiar em relação às outras ao longo do tempo.
Comentários