EY Global Capital Confidence Barometer

Na 17ª edição do Global Capital Confidence Barometer da EY, foram inquiridos mais de 3.000 executivos quanto às suas perspetivas sobre o desempenho económico, estratégias de crescimento e atividade de M&A, num contexto de recuperação económica e transformação digital.

79% dos executivos inquiridos estão confiantes na melhoria do desempenho económico mundial, pois pela 1ª vez desde o fim da crise financeira, os seus principais motores (Zona Euro, China e EUA) estão agora sincronizados numa trajetória ascendente. Este fator poderá fomentar os resultados das empresas, o que conjugado com as taxas de juro baixas (com outlook estável) e a maior disponibilidade de crédito conduzirá a um aumento do investimento nas suas operações e, consequentemente, no mercado de M&A.

Com base nos fatores acima apresentados, não é surpreendente que o crescimento, incluindo por operações de M&A, alianças e joint-ventures, bem como o impacto da transformação digital no modelo de negócio das suas empresas são os dois principais fatores chave na definição estratégica para os próximos 6 meses.

Apesar de existir um aumento dos executivos que acreditam que o crescimento dos seus negócios nos próximos 12 meses será maioritariamente orgânico (66%), continua a existir uma percentagem muito significativa, cerca de 56%, que afirmam que as suas empresas vão continuar a avaliar ativamente oportunidades de M&A nos próximos 12 meses. Tendo em conta a periodicidade semestral do nosso estudo, constatamos que esta tendência se mantém estável nos últimos 18 meses após um período muito acentuado de crescimento desta expectativa entre 2013 e 2015. Estes resultados demonstram a necessidade das empresas em equilibrar oportunidades de curto prazo (crescimento orgânico dos seus negócios aproveitando o bom momento da economia) com oportunidades de crescimento no longo prazo (via atividade de M&A).

Por outro lado, num contexto de transformação digital, o tempo de reação é crítico para capitalizar as oportunidades que surgem. Neste sentido as empresas continuam a rever o seu portfólio de operações periodicamente, procurando atrair novas oportunidades que permitam aumentar as suas quotas de mercado, sendo os principais desígnios estratégicos a capacidade de adquirir inovação e entrar em novas geografias com grande potencial de crescimento.

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