“Falar Direito”. “Banca deve encarar os criptoativos como uma oportunidade”

“A banca deve encarar novos produtos como os criptoativos, como uma oportunidade, sempre com todos os cuidados naturalmente. Tal como deve olhar para outras fintechs, tecnologias como a inteligência artificial”, sublinhou Joana Mota Agostinho, advogada da Cuatrecasas.

Joana Mota Agostinho e João Mattamouros Resende, advogados da Cuatrecasas, lideraram o grupo de assessores jurídicos do primeiro aumento de capital com recurso a criptomoedas em Portugal.

Encaixe de 2,2 milhões de euros da startup portuguesa RealFevr foi concluído no início deste ano e serve para tomar o pulso às condições do regime fiscal português em atrair este tipo de investimentos.

“A banca deve encarar novos produtos como os criptoativos, como uma oportunidade, sempre com todos os cuidados naturalmente. Tal como deve olhar para outras fintechs, tecnologias como a inteligência artificial”, sublinhou Joana Mota Agostinho, advogada da Cuatrecasas.

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Nuno Gundar da Cruz, sócio da Morais Leitão e coordenador da equipa de reestruturação e insolvência desta sociedade de advogados, é o convidado de Mariana Bandeira, jornalista do JE, no podcast “Falar Direito”.

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