“Falar Direito”. “Voto plural passou a ser fator de concorrência. Era como ‘comer o bolo e ficar com ele'”

“O voto plural passou um fator de concorrência. É como aquela frase dos ingleses: “Comer o bolo e ficar com ele”. Porque significa fazer o IPO (initial public offering), dispersar ações pelo mercado mas continuar a mandar na empresa”, analisou o advogado Jorge Brito Pereira no programa da plataforma multimédia JE TV.

O advogado Jorge Brito Pereira, sócio da J+Legal e professor da Universidade Católica, é o autor da tese de Doutoramento denominada “A dupla face da regulação do voto plural na Sociedade Anónima”, tese que foi defendida recentemente e foi o mote desta conversa com Filipe Alves, diretor do JE.

“O voto plural passou um fator de concorrência. É como aquela frase dos ingleses: “Comer o bolo e ficar com ele”. Porque significa fazer o IPO (initial public offering), dispersar ações pelo mercado mas continuar a mandar na empresa”, analisou o advogado Jorge Brito Pereira no programa da plataforma multimédia JE TV.

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O voto plural, que passou a ser permitido nas sociedades cotadas, deveria ser alargado às outras empresas, propõe o advogado Jorge Brito Pereira em entrevista a Filipe Alves, diretor do JE. Dessa forma poderia ser possível manter em Portugal os unicórnios de base nacional.
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