PremiumFalta de ferry tem custado mercado de Canárias

O dirigente da Madeira Rural pede que o mercado livre funcione nas ligações marítimas, dando condições aos operadores para poderem rentabilizar as operações.

O dirigente da Madeira Rural deixa críticas à (falta de) ligações marítimas, sublinhando que isso tem custado o mercado de Canárias ao turismo rural.

Emanuel Pereira diz não perceber como uma região turística como a Madeira não tem uma ligação ferry com vários territórios. Contudo diz que não têm de ser os Governos a resolver este dossier, cabendo aos operadores rentabilizar a operação, com as mesmas condições que os restantes, reforçando que a região não pode estar sujeita a grandes pressões de grandes empresários em detrimento do povo e do turismo.

“Não se percebe sendo a Madeira uma ilha turística que não tenhamos uma ligação ferry à ilha da Madeira. Mas principalmente uma ligação que passa-se pelas ilhas da Macaronésia. Andamos anos e anos a gastar milhões por causa das ilhas da Macaronésia mas nunca fizemos uma ligação nem aérea nem marítima a essas ilhas. Uma ligação ferry Madeira Continente não pode ser rentável. Tem de ser sempre ilhas Canárias, até Cabo Verde, via ilhas dos Açores para ela ser rentável. Tínhamos de fazer ligação entre essas ilhas”, diz Emanuel Pereira.

Conteúdo reservado a assinantes. Para ler a versão completa, aceda aqui ao JE Leitor. Edição do Económico Madeira de 6 de maio.

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