Faria de Oliveira pede lucidez e realismo ao próximo Governo

“Ação estratégica, muita lucidez e grande realismo”, é o que pede o presidente da Associação Portuguesa de Bancos ao próximo Governo.


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O presidente da Associação Portuguesa de Bancos referiu que todos os portugueses desejam que o Governo tenha capacidade de ação estratégica, muita lucidez e grande realismo, defendendo um clima de confiança junto dos cidadãos e mercados financeiros e políticos.

Faria de Oliveira foi a última das audições do Presidente da República e, numa declaração sem direito a perguntas, realçou que “todos os portugueses desejarão que o próximo Governo que vier a ser constituído tenha capacidade de ação estratégica, muita lucidez e grande realismo”.

“É fundamental desde logo criar um clima de confiança e de segurança junto dos cidadãos, junto dos mercados, quer se trate de mercados financeiros, quer de mercados políticos”, defendeu.

Segundo o presidente da Associação Portuguesa de Bancos “o sistema bancário português estará naturalmente comprometido e empenhado fortemente em apoiar o progresso do nosso país e esta capacidade para financiar os projetos e as empresas de maneira a criar riqueza, independentemente da solução governativa que venha a ser adotada”.

OJE

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