O BCP informou o mercado sobre uma comunicação que recebeu de aquisição de títulos de dívida subordinados. A compradora é a companhia de seguros Fidelidade e os títulos comprados foram obrigações do Banco Comercial Português.
O presidente da Fidelidade já tinha 88.500 ações do BCP e 200 mil euros de obrigações subordinadas AT1 (additional tier 1) que foram emitidas com taxa de juro 9,25%.
Já a Fidelidade (detida pela Fosun, maior acionista do BCP) comprou agora 23,3 milhões de obrigações subordinadas (tier 2) e já tinha 4,145 milhões de euros de obrigações emitidas pelo banco liderado por Miguel Maya; 25 milhões de obrigações de elevada subordinação AT1 emitidas pelo banco e dois milhões de euros de obrigações subordinadas (AT2 – additional tier 2) que vencem em 2027.
No fim do dia a Fidelidade tem 4,145 milhões de euros de obrigações do BCP; 25 milhões de obrigações AT1 emitidas pelo banco; cinco milhões de euros de obrigações subordinadas (AT2 -Tier 2) que vencem em 2027 emitidas pelo BCP e ainda 23,3 milhões de euros de obrigações que vencem em 2030 emitidas pelo banco.
Jorge Magalhães Correia tem as ações e obrigações há mais de um ano.
Já outro administrador do banco, Lingjiang Xu não tem ações nem obrigações do BCP.
(atualiza com a informação de que Jorge Magalhães Correia já tinha as ações e obrigações há mais de um ano)
