Fidelidade reforça posição na seguradora peruana La Positiva para 93,9%

Na sequência de uma OPA, a Fidelidade passou a controlar 93,9% da seguradora e para isso faz um investimento de 396,3 milhões de soles, o equivalente a cerca de 101,2 milhões de euros.

Foi concluída a Oferta Pública de Aquisição da Fidelidade à seguradora peruana La Positiva. A Fidelidade passa a controlar 93,9% desta seguradora, com um investimento de cerca de 101,2 milhões de euros.

“Esta transação permite reforçar a posição de controlo da Fidelidade na La Positiva, considerada um ativo estratégico na expansão internacional do Grupo, e faz elevar para 192,5 milhões de euros o total de investimento nesta seguradora do Perú”, refere a companhia de seguros em comunicado.

A companhia que tem Rogério Campos Henriques como CEO e Jorge Magalhães Correia como Chairman, diz na nota que “acaba de concluir com sucesso uma Oferta Pública de Aquisição (OPA), ao adquirir 211,903,619 de ações da seguradora peruana La Positiva, valor que corresponde a 42,9% do capital”.

A Fidelidade passa, assim, a controlar 93,9% da seguradora e faz um investimento de 396,3 milhões de soles, o equivalente a cerca de 101,2 milhões de euros. Recorde-se que a seguradora líder do mercado português era já detentora de 51% do capital da La Positiva, que o seguradora apelida de “grande seguradora Latino-Americana”.

Para André Cardoso, administrador com o pelouro internacional da Fidelidade, “o reforço do nosso investimento na La Positiva é a demonstração da aposta contínua que estamos a fazer na nossa estratégia de crescimento internacional”.

“Tivemos a oportunidade de trabalhar com a La Positiva nos últimos 3 anos, acreditamos muito no potencial da sua equipa e nas suas vantagens competitivas no mercado peruano, que consideramos muito atrativo. Passar a controlar 93,9% da companhia é um sinal de grande confiança no futuro deste mercado e é revelador da sua importância para o crescimento global da Fidelidade, que já contempla a presença em 12 países e em quatro continentes. O nosso objetivo é duplicar a nossa atividade fora do país até 2025”, conclui.

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