Fidelidade tem 277 imóveis para vender

A Fidelidade termina o ano de 2017 com um investimento de cerca de 80 milhões de euros em projetos de reconstrução.

Foto cedida

O mercado imobiliário está cada vez mais apetecível e é por essa razão que, neste momento, segundo Miguel Santana, administrador da Fidelidade Property , a Fidelidade está a concluir um projeto de reconfiguração do perfil do seu portefólio imobiliário, com o objetivo de maximizar o retorno dos seus investimentos e de reforçar a sua capacidade de atuação no mercado.

No âmbito deste projeto, a Fidelidade Property Europe, sociedade que gere os investimentos imobiliários da Seguradora, já investiu cerca de 80 milhões de euros em vários projetos em Lisboa durante 2017. “Ainda neste âmbito, temos no mercado uma operação de venda de 277 imóveis. Mantivemos em carteira alguns ativos que pretendemos vir a reposicionar, em projetos de grande dimensão, à semelhança dos que concluímos recentemente, como a Nova Sede da Abreus Advogados no Jardim do Tabaco e a Nova Sede da Vieira de Almeida & Associados, em Santos”, esclarece o administrador.

Miguel Santana garante que a Fidelidade detém um portefólio equilibrado e composto por ativos dos vários setores do imobiliário, detidos diretamente, ou através de Fundos de Investimento, situados em todo território nacional e um pouco por todo o mundo. “O nosso património está mais concentrado em Lisboa e no Porto e o setor habitacional ainda mantém grande peso, resultado da composição histórica das carteiras das seguradoras que integraram a Fidelidade”, esclarece.

O responsável adianta ainda que, em 2018, irão concluir o investimento no futuro Hotel Ivens, no Chiado, no histórico edifício que albergou a Rádio Renascença, e assinala que estão “a iniciar a montagem de mais alguns projetos em Lisboa e no Porto”.

O responsável admite também que a Fidelidade continuará a investir em imobiliário de alta qualidade e potencial de rendimento, “independentemente da geografia, mas mantendo, como é natural, uma atenção muito especial em relação ao mercado português”.

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