Fidelização. Operadores de comunicações alertam para subida de preços

APRITEL reagiu a propostas de PCP e BE.

A APRITEL – Associação dos Operadores de Comunicações Eletrónicas – reagiu às posições das propostas do PCP e do BE no sentido de reduzir os prazos de fidelização nos contratos de comunicações eletrónicas, realçando que a oferta existente já contempla as pretensões destes partidos.

“Já existem no mercado ofertas com prazos de permanência de 24, de 12 e até de 0 meses. A ANACOM já veio confirmar esta realidade. Portanto, o principal objetivo visado com as iniciativas legislativas do BE e do PCP já é uma realidade. No caso do prazo de 12 meses, a lei atual já impõe aos operadores a disponibilização de ofertas com essa duração”, referiu a APRITEL.

Assim, a APRITEL recorda que “existe direito de opção ao dispor dos consumidores: podem escolher ofertas de serviços com prazos de 12 meses e até sem qualquer prazo de fidelização. Mas, caso não lhes seja conveniente pagar mensalidades maiores, poderão optar por modalidades de vinculação superiores (24 meses) e com mensalidades mais baratas”.

Desta forma, a associação defende que as propostas do PCP e BE “virão eliminar essas modalidades do mercado. Portanto, a consequência imediata da eliminação do prazo máximo de 24 meses e sua redução para 12 será forçar os portugueses a adquirir serviços essenciais com as mensalidades mais elevadas disponíveis”.

OJE

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