PremiumFintech Pagaqui investe nas criptomoedas

Empresa quer continuar próxima dos pequenos retalhistas e está a criar serviços para que os clientes paguem o café com moedas digitais.

O empresário português João Barros admite que as rotinas e as mentalidades estão a avançar ao ponto de os mais jovens hoje considerarem mais seguro ter criptomoedas do que dinheiro físico. Perante esta conceção sobre meios de pagamento, o CEO da fintech Pagaqui decidiu apostar nas moedas digitais através de duas modalidades: um serviço de compra e venda de criptomoedas, em parceria com a startup espanhola Bitnovo (já disponível) e outro que permitirá fazer compras em pequenos estabelecimentos comerciais e que chegará no início do próximo ano.

“Assinámos agora uma parceria para aceitação de bitcoins. Vamos permitir a qualquer pequeno retalhista que, desde um café a um eletrodoméstico, possa ser pago em bitcoins dentro da nossa rede de pagamentos. O contrato está assinado e vai ser operacionalizado durante o mês de janeiro”, disse João Barros, na quinta de seis conversas mensais do ciclo “30’ a 3”, promovido pelo Montepio Crédito e pelo Jornal Económico.

Conteúdo reservado a assinantes. Para ler a versão completa, aceda aqui ao JE Leitor

Relacionadas
joão_barros_pagaqui_30_3

Pagaqui vai permitir que clientes paguem o café com bitcoins

“O contrato está assinado e vai ser operacionalizado durante o mês de janeiro”, afirmou João Barros, CEO da empresa portuguesa de pagamentos, no ciclo de conversas “30’ a 3”, promovido pelo Montepio Crédito e pelo Jornal Económico.

Portuguesa Pagaqui lança carteira digital

A aplicação “Qui” pretende facilitar o processo de pagamento de serviços, permitir transferências entre contactos, fazer compras online e levantar dinheiro em ATM.
Recomendadas

SAD do Sp. Braga com resultado positivo de 3,1 milhões de euros na época passada

Relativamente ao exercício financeiro que terminou a 30 de junho deste ano, que ainda não refletem a venda do passe futebolístico do defesa central David Carmo (transferência fechada para o FC Porto na ordem dos 20 milhões de euros), a SAD dos bracarenses destaca que este foi um período “pautado por múltiplos constrangimentos associados à pandemia”.

Sonaecom rasga acordo com Isabel dos Santos

“À Sonae passa a ser imputada uma participação na NOS de cerca de 36,8% do capital social e dos direitos de voto nessa sociedade”, detalha a empresa liderada por Cláudia Azevedo.

Toyota Caetano Portugal com lucros de 7,3 milhões no semestre

Em comunicado à CMVM, a Toyota Caetano Portugal diz que os resultados líquidos consolidados ascenderam a 7,3 milhões de euros, o que compara com 11,7 milhões em dezembro de 2021 e com 2,98 milhões em junho de 2021.
Comentários