Fiordy Studio. Joias portuguesas para quem procura exclusividade

O projeto vimaranense, que tem como diretora criativa Fernanda Abrusio e foi desenvolvido com base na experiência e conhecimento de quase 30 anos da fábrica fundada em 1992 por Joaquim Faria, tem o Reino Unido e França como os principais mercados.

A Fiordy Studio, uma marca de joalharia da empresa Farilu, nasceu em Guimarães há um ano com o propósito de renovar a tradição das criações de ouro na herança portuguesa do sector.

O novo projeto, que tem como diretora criativa Fernanda Abrusio e foi desenvolvido com base na experiência e conhecimento de quase 30 anos da fábrica vimaranense fundada por Joaquim Faria, tem o Reino Unido e França como os principais mercados.

“Os nossos clientes são maioritariamente do Reino Unido e de França. Pretendemos chegar ao mercado dos Estados Unidos em breve”, adianta João Faria, CEO da Farilu e responsável pela Fiordy Studio, acrescentando que as expectativas a médio prazo para o mercado norte-americano são boas e que, neste primeiro ano, o feedback tem sido positivo.

“Temos um feedback muito bom sobre o design, acabamento e imagem da marca; tanto de buyers internacionais, como de clientes finais”, refere.

Numa altura em que o sector da ourivesaria português está em renovação e reinvenção, a sustentabilidade assume uma importância incontornável.

“Temos a preocupação de produzir as peças de uma maneira sustentável, sem grandes stocks, selecionando os melhores materiais, e focando num design autoral, uma imagem que subverte do convencional, oferecendo um produto diferenciado ao consumidor”, explica João Faria, referindo que a marca tem a certificação RJC, do Responsible Jewellery Council, que oferece à marca uma validação em questões éticas, sociais e ambientais.

A marca apresenta-se como criadora de “peças intemporais, duradouras e feitas para durar gerações”, fabricadas com materiais preciosos, diamantes, entre outros.

Nos primeiros meses de existência, a Fiordy Studio fez-se representar na Semana da Moda de Londres numa participação coletiva de marcas promovida pela Associação de Ourivesaria e Relojoaria de Portugal (AORP), espelhando a estratégia de internacionalização que o projeto pretende seguir desde o início.

“Participamos em showrooms internacionais, onde temos oportunidade de contactos com buyers internacionais e isso divulga a marca no âmbito mundial, e conseguimos direcionar a marca para os mercados que pretendemos estar”, continua João Faria que assumiu, em 2007, a direção da Farilu com o irmão, Bruno Faria.

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