Foram portados mais de 16 mil números no segundo trimestre, revela Anacom

No segmento residencial, a percentagem de números móveis associados à totalidade dos acessos móveis ativos que se encontravam portados era de 18%, segundo a mesma fonte. No segmento não residencial, esta percentagem foi de 11,2%, revelou a Anacom.

A Anacom divulgou informação sobre os números portados. Na portabilidade entre operadores móveis virtuais (MVNO) e operadores de rede, o saldo é favorável aos primeiros, diz o regulador.

“No segundo trimestre de 2022, a quantidade total de números que foram objeto de portabilidade entre os operadores móveis com rede própria (MNO) e os operadores móveis virtuais (MVNO) atingiu 16.024 números. O valor registado corresponde a 11,7% da quantidade total de números móveis que foram objeto de portabilidade durante o trimestre em análise”, indica a Anacom.

Segundo a entidade reguladora das telecomunicações, “o saldo é favorável aos MVNO, que se apresentam como recebedores líquidos”, pois “receberam 9.774 números móveis que foram portados de operadores que possuem rede móvel (Meo, NOS e Vodafone) (port in), o que significa que os clientes detentores destes números passaram a ser clientes de operadores móveis virtuais, e apenas 6.250 números fizeram o movimento inverso., ou seja, os clientes detentores destes números passaram a ser clientes dos operadores móveis com rede própria”.

No final do segundo trimestre, “manteve-se a tendência de crescimento no que respeita à quantidade de números móveis que se encontravam portados, enquanto nos serviços geográficos se verificou uma ligeira redução”.

Neste período, foram objeto de portabilidade 167.850 números, dos quais 137.390 números móveis (82% do total), 30.284 números geográficos e 176 outros números não geográficos.

No que se refere ao final do primeiro semestre de 2022, “encontravam-se portados 16,9% dos números associados à totalidade dos acessos móveis ativos, incluindo números associados a PC/tablet/pen/router e acessos Machine to Machine (M2M)”, anuncia a Anacom que acrescenta que “caso se excluam os números associados a PC/tablet/pen/router e acessos M2M, a percentagem de números associados a acessos móveis ativos que se encontram portados foi de 21,1%”.

No segmento residencial, a percentagem de números móveis associados à totalidade dos acessos móveis ativos que se encontravam portados era de 18%, segundo a mesma fonte. No segmento não residencial, esta percentagem foi de 11,2%.

No fim de junho, “encontravam-se portados 27,3% dos números atribuídos a clientes do STF por acesso direto. No segmento residencial, a percentagem de números geográficos que se encontravam portados era de 30,7%. No segmento não residencial, esta percentagem foi de 22,3%”, avança ainda a Anacom.

“No final do segundo trimestre de 2022 existiam 5.072.525 números portados, dos quais 3.164.571 números associados ao serviço telefónico móvel (STM), 1.889.113 números geográficos atribuídos a clientes por acesso direto do serviço telefónico fixo (STF) e 18.841 outros números não geográficos”, detalha.

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