Fórmula 1: Santander é o novo patrocinador oficial da Ferrari

O logótipo do banco estará em destaque nos carros de F1, nos fatos de corrida e nos bonés da equipa. “Ao longo da parceria, o Santander oferecerá à Scuderia Ferrari uma vasta gama de soluções para apoiar os esforços da equipa em se tornar neutra em carbono até 2030”, diz o banco em comunicado.

O Banco Santander anunciou hoje uma nova aliança para se tornar o patrocinador oficial da Scuderia Ferrari.

O logótipo do banco estará em destaque nos carros, nos fatos de corrida e nos bonés da equipa. “Ao longo da parceria, o Santander oferecerá à Scuderia Ferrari uma vasta gama de soluções para apoiar os esforços da equipa em se tornar neutra em carbono até 2030”, diz o banco em comunicado.

Ana Botín, presidente do Santander, referiu na mesma nota que o banco está “muito entusiasmado por voltar a trabalhar com a Ferrari, assim como em apoiá-los na transição verde”.

“O Santander está totalmente comprometido em combater as alterações climáticas e, como líder europeu de financiamento automóvel, estamos determinados em ajudar a indústria automobilística a tornar-se verde. Esta nova parceria com a Ferrari irá acelerar o nosso progresso comum”, diz a presidente do banco espanhol.

O Banco Santander já fez parte da Fórmula 1 de 2007 a 2017 e teve uma aliança com a Scuderia Ferrari desde 2010. Além da F1, o Santander é também um dos principais patrocinadores do futebol da Europa e América Latina.

Atualmente é o principal patrocinador da La Liga Santander em Espanha e um dos principais patrocinadores da Copa Libertadores.

“O Santander também colabora com diversos desportos populares nos seus mercados da Europa e da América”, refere o grupo.

A Fórmula 1 é um dos desportos com mais espetadores em todo o mundo. Tem uma audiência mundial acumulada de 1.500 milhões em 2021, de acordo com a Nielsen, com mais da metade nos mercados do banco na Europa (Espanha, Reino Unido, Alemanha, França, Itália, Portugal, entre outros) e América (Brasil, México, EUA).

Para 2022 estão confirmados 23 grandes prémios e vários terão lugar nos principais mercados do banco. A Fórmula 1 pretende tornar-se uma competição com zero emissões líquidas de carbono até 2030.

“Em 2020, o Santander foi o banco líder a nível mundial no financiamento de energias renováveis e o seu banco de investimento, o Santander CIB, tem equipas especializadas em assessorar grandes clientes na sua transição verde”, refere o banco em comunicado.

“O banco é também neutro em carbono na sua atividade desde 2020 e está empenhado em alcançar zero emissões líquidas de carbono para todas as emissões dos seus clientes derivadas dos seus serviços de financiamento, assessoria ou investimento, até 2050”, diz a instituição que adianta que “além disso, as operações de financiamento de veículos na Europa (Santander Consumer Finance), nos EUA (Santander Consumer USA) e em outros mercados apoiam o desenvolvimento de soluções de mobilidade sustentável”.

John Elkann, presidente da Ferrari, assinalou no comunicado que “é uma honra trabalhar novamente com uma instituição financeira global como o Santander, que está comprometido com Banca Responsável e tem mostrado liderança no financiamento de projetos de energia renovável e serviços de consultoria ESG em todo o mundo. Agradecemos o seu apoio para cumprir o nosso objetivo principal de nos tornarmos neutros em carbono até 2030”.

“Acreditamos que a Fórmula 1, com as suas inovações e desenvolvimentos tecnológicos, beneficiará a nossa indústria e, em última análise, a sociedade como um todo”, refere Elkann.

O comunicado detalha que durante 70 anos, “os investimentos da F1 e das suas equipas serviram como um local de testes para vários desenvolvimentos tecnológicos, desde a aerodinâmica até ao design dos travões, que ajudaram a indústria automobilística a reduzir as emissões de CO2. Desde 2014, os carros de F1 tornaram-se 30% mais eficientes em termos de combustível. A F1 pretende lançar em 2026 o novo motor de Fórmula 1 – motor de potência híbrida de segunda geração – que será neutro em carbono e alimentado por combustível sustentável avançado”.

A Ferrari está a desenvolver as operações logísticas de corridas com menos peso no transporte, eliminação de plásticos descartáveis, entre outras coisas. “Este ano, a Scuderia Ferrari conquistou a Acreditação Ambiental de três estrelas da FIA”, adianta a empresa.

 

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