França confirma morte do mentor dos atentados

Abdelhamid Abaooud foi morto pela polícia francesa, em Saint-Denis. Segundo a imprensa internacional, testes de ADN e as impressões digitais permitiram confirmar a identidade.


Notice: Undefined offset: 1 in /var/www/vhosts/jornaleconomico.pt/httpdocs/wp-includes/media.php on line 1031

Notice: Undefined offset: 2 in /var/www/vhosts/jornaleconomico.pt/httpdocs/wp-includes/media.php on line 1031

Notice: Undefined offset: 1 in /var/www/vhosts/jornaleconomico.pt/httpdocs/wp-includes/media.php on line 1031

Notice: Undefined offset: 2 in /var/www/vhosts/jornaleconomico.pt/httpdocs/wp-includes/media.php on line 1031

Abdelhamid Abaooud, o presumível líder dos atentados de sexta-feira, 13 de novembro, que vitimaram 129 pessoas, foi morto pela polícia francesa, em Saint-Denis. Segundo a imprensa internacional, testes de ADN e as impressões digitais permitiram confirmar a identidade.

As autoridades francesas confirmaram, quinta-feira, a morte do alegado “cérebro” por trás dos atentados em Paris: o belga Abdelhamid Abaaoud. Segundo a polícia francesa foi morto durante a operação realizada em Saint-Denis, nos arredores de Paris, na quarta-feira.

A morte foi confirmada pelo primeiro-ministro francês, Manuel Valls no Parlamento. Nesse momento, os deputados manifestaram satisfaçam e, nas ruas, as pessoas agradeceram aos polícias a trabalhar no local, avança o Globo.

Além dos atentados em Paris, Abaaoud estaria envolvido noutros quatro atentados em forma tentada ao longo deste ano e que foram evitados, um deles ao TGV francês.

Recomendadas

Governo italiano aprova envio de armas à Ucrânia para todo o ano de 2023

O Governo italiano aprovou um decreto prolongando o fornecimento de ajuda, incluindo armamento, à Ucrânia para todo o ano de 2023.

PremiumUcrânia à espera do inverno e dos mísseis norte-americanos Patriot

A NATO não parece disposta a enviar os mísseis para a Ucrânia, e a Rússia já avisou que, se isso acontecer, tirará as devidas ilações.

PremiumProtestos na China “não têm dimensão de revolta política”

Os protestos face à política Covid zero na China chegaram a assumir alguma violência, mas os analistas não conseguem descobrir em Guangzhou qualquer sintoma da morte iminente do regime de Xi Jinping. ANATO manteve um olhar atento ao país asiático.