Galp Energia. 130 milhões de barris no Sépia Leste

O operador Petróleo Brasileiro (Petrobras) entregou a “declaração de comercialidade (DoC) da acumulação de petróleo localizada na zona noroeste do Plano de Avaliação da Descoberta de Júpiter, naquele bloco no pré-sal da bacia de Santos” à Agência Nacional de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) do Brasil. A DoC propõe que o novo campo seja designado de […]


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O operador Petróleo Brasileiro (Petrobras) entregou a “declaração de comercialidade (DoC) da acumulação de petróleo localizada na zona noroeste do Plano de Avaliação da Descoberta de Júpiter, naquele bloco no pré-sal da bacia de Santos” à Agência Nacional de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) do Brasil. A DoC propõe que o novo campo seja designado de Sépia Leste.

A Galp Energia, que integra este consórcio para o desenvolvimento do Bloco BM-S-24, comunicou a informação à Comissão dos Mercados de Valores Mobiliários (CMVM) esta manhã.

O campo está localizado a aproximadamente 250 km da costa do estado do Rio de Janeiro a uma de água de 2.165 metros. O volume recuperável total estimado do campo de Sépia Leste é de 130 milhões de barris de petróleo equivalente (mboe), acrescenta a comunicação à CMVM.

Durante a atividade exploratória realizada, foi constatada a extensão da descoberta de Sépia (localizada na área da Cessão Onerosa) para a área de Sépia Leste (pertencente à concessão do BM-S-24), com reservatórios de excelentes características de porosidade e permeabilidade e óleo de elevada qualidade (26o API)”.

Na sequência da DoC do campo de Sépia Leste e da DoC do campo de Sépia, efetuada em setembro de 2014, o consórcio do bloco BM-S-24 e a Petrobras, enquanto detentora dos direitos relativos à área da Cessão Onerosa, encontra-se neste momento a desenvolver o processo de unitização, com vista ao desenvolvimento do campo por meio de um Acordo de Individualização da Produção.

É esperado que as áreas unitizadas da Cessão Onerosa e BM-S-24 iniciem produção em 2019.

A Galp Energia, através da subsidiária Petrogal Brasil, tem uma participação de 20% no consórcio que explora o BM-S-24, cabendo os restantes 80% à Petrobras (operadora).

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