Galp quer reduzir consumo de gás e espera não recorrer ao mercado

A Galp está a fazer “o possível” para reduzir o seu consumo de gás e espera não voltar a recorrer ao mercado para garantir o aprovisionamento, afirmou hoje o presidente executivo da empresa, Andy Brown, admitindo alguns constrangimentos.

A Galp está a fazer “o possível” para reduzir o seu consumo de gás e espera não voltar a recorrer ao mercado para garantir o a provisionamento, afirmou hoje o presidente executivo da empresa, Andy Brown, admitindo alguns constrangimentos.

A Galp está a fazer “o possível” para reduzir o seu consumo de gás e espera não voltar a recorrer ao mercado para garantir o aprovisionamento, afirmou hoje o presidente executivo da empresa, Andy Brown, admitindo alguns constrangimentos.

Numa sessão com os analistas, o presidente executivo da Galp, Andy Brown, assegurou hoje que a empresa “está a fazer o possível” para reduzir o consumo de gás, esperando não ter que recorrer novamente ao mercado para garantir o aprovisionamento.

No entanto, Brown ressalvou que tal vai depender do “cumprimento do calendário das entregas”.

O presidente executivo da petrolífera disse ainda que foram registados alguns constrangimentos na atividade da empresa, ao longo do segundo trimestre, devido ao nível de aprovisionamento.

Os lucros da Galp subiram 153% no primeiro semestre, face a igual período de 2021, para 420 milhões de euros, com os resultados a refletirem um “desempenho operacional robusto”, divulgou hoje a empresa.

Este valor compara com o resultado líquido de 166 milhões de euros no ano passado.

“Projeto no Brasil está a correr muito bem”

O administrador da Galp Thore E. Kristiansen afirmou hoje que o projeto do campo de petróleo em Bacalhau, um dos investimentos da petrolífera no Brasil, está a correr “muito bem”, acrescentando que na China foram verificados alguns constrangimentos.

“O projeto Bacalhau está a correr muito bem. Tivemos alguns problemas na China, face à covid-19. Apesar de tudo, está a correr bem. Está tudo controlado”, afirmou hoje Thore E. Kristiansen, que falava numa sessão ‘online’ com os analistas.

No início do ano, o presidente executivo da petrolífera, Andy Brown, já tinha referido, em Lisboa, que os investimentos no Brasil preveem o aumento da produção de petróleo, com novas unidades, e que a empresa quer ganhar posição no mercado de gás natural daquele país.

A Galp está presente no Brasil desde 1999, com projetos em fase de exploração, avaliação, desenvolvimento e produção.

Segundo a informação disponibilizada no ‘site’ da empresa, os projetos estão localizados em Barreirinhas, Pemambuco, Campos e Santos.

Em particular, o bloco BM-S-8, Bacalhau e o projeto Bacalhau Norte, envolvem um consórcio que inclui a Galp (20%), através da Petrogal Brasil, Equinor (40%) e ExxlnMobil (40%).

Os lucros da Galp subiram 153% no primeiro semestre, face a igual período de 2021, para 420 milhões de euros, com os resultados a refletirem um “desempenho operacional robusto”, divulgou hoje a empresa.

Este valor compara com o resultado líquido de 166 milhões de euros no ano passado.

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