Gas Natural Fenosa investe 635 milhões no Chile

A Gas Natural Fenosa apresentou à presidente do Chile, Michelle Bachelet, o plano estratégico de gasificação do país

O presidente da Gas Natural Fenosa, Salvador Gabarró, e o seu administrador delegado e presidente da CGE, Rafael Villaseca, apresentaram à presidente do Chile, Michelle Bachelet, o plano estratégico de gasificação do país.

A multinacional energética, através das distribuidoras Metrogas e GasSur, prevê investir 700 milhões de dólares (635 milhões de euros), ao longo dos próximos cinco anos, para levar o fornecimento de gás natural a sete novas regiões, permitindo que 20% do país possa ter acesso a gás natural, avança a empresa em comunicado.

O objetivo deste investimento passa igualmente por aumentar a disponibilidade e consumo de gás natural nas zonas onde já existe.

O projeto vai permitir ligar 500 mil novas habitações, durante os próximos cinco anos, o que vai beneficiar cerca de dois milhões de pessoas. O plano estabelece a primeira etapa de um projeto com uma duração prevista de 10 anos e que vai requerer um investimento de 1100 milhões de dólares (cerca de mil milhões de euros), com o objetivo de fornecer gás natural a cerca de 800 mil  novas residências.

“O lançamento deste plano é mais uma evidência da nossa intenção de aumentar as operações no Chile. Temos um compromisso com o desenvolvimento do país e com a promoção de uma melhor qualidade de vida para os chilenos”, disse Salvador Gabarró.

OJE

Recomendadas

Networkme recebe um milhão de euros para expandir negócio na Península Ibérica

O financiamento foi liderado pela sociedade de capital de risco Big Sur Ventures, que conta com a participação do banco espanhol Bankinter, através da Fundação Inovação Bankinter.

UNITA quer esclarecimentos do Governo sobre greve dos pilotos da TAAG

O sindicato dos pilotos da companhia aérea de bandeira de Angola convocou uma greve entre os dias 7 (amanhã) e 16 de outubro.

Consórcio confirma existência de petróleo em São Tomé e Príncipe

O consórcio é composto pela Galp STP (operador) com 45% de interesses participativos, Shell STP com 45%, e a ANP–STP, em representação do Estado são-tomense, com 10% de interesses participativos.