Governo cabo-verdiano quer maior interligação entre formação e mundo do emprego

O Governo cabo-verdiano desafiou os atores sociais para continuarem a apostar numa maior interligação entre a formação e o mundo académico e na capacitação dos recursos humanos para prestar um melhor serviço de televisão ao país. O repto foi lançado pelo ministro da presidência do Conselho de Ministros, Démis Lobo Almeida, numa conferência para assinalar […]

O Governo cabo-verdiano desafiou os atores sociais para continuarem a apostar numa maior interligação entre a formação e o mundo académico e na capacitação dos recursos humanos para prestar um melhor serviço de televisão ao país.

O repto foi lançado pelo ministro da presidência do Conselho de Ministros, Démis Lobo Almeida, numa conferência para assinalar o dia mundial da televisão e os 30 anos da televisão no país, considerando que as formações técnicas e universitárias no arquipélago também devem ter mais qualidade.

“Quanto mais e melhor forem os profissionais do setor, mais e melhor será a qualidade do produto jornalístico”, salientou Démis Lobo Almeida, titular da pasta da comunicação social cabo-verdiana há dois meses.

No seu discurso, o governante destacou os “ganhos significativos” e os “avanços visíveis” da televisão do país, considerando que isso permite avançar para a era digital e oferecer mais e melhores conteúdos aos cidadãos, com a entrada em funcionamento, em 2015, da Televisão Digital Terrestre (TDT).

“O percurso de franca afirmação feita pela televisão nestes 30 anos, fruto da ousadia, do profissionalismo e da entrega dos diversos atores políticos, sociais, empresariais, profissionais e outros, é de um valor incomensurável”, sublinhou Démis Almeida, destacando os avanços do ponto de vista tecnológico, dos recursos humanos, nas prestações técnicas e do ambiente laboral.

“De um quadro de muita precariedade de equipamentos e de técnicos que se vivia em 1984, tendo em conta as circunstâncias de então, passamos paulatinamente para uma rede de nacional de emissão de televisão”, prosseguiu o governante, considerando que a liberalização do mercado, em 2006, foi “mais um marco estratégico” na caminhada.

A conferência sobre os 30 anos da televisão cabo-verdiana contou com a presença de decisões políticos, jornalistas, profissionais da comunicação social, académicos e estudantes universitários.

As emissões regulares de televisão em Cabo Verde arrancaram em 1984, na altura experimental, e só em 1997 foi criada a Radiotelevisão cabo-verdiana (RTC).

Em 2006, o Governo abriu o mercado a operadores privados e, na sequência, surgiram novos canais de televisão, a Record Cabo Verde e a Televisão Independente de Cabo Verde (TIVER), passando o país a contar com três emissoras em sinal aberto.

OJE/Lusa

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