Governo paquistanês autoriza extermínio de milhares de cães

Depois de receber várias queixas de pessoas mordidas, o município de Carachi decidiu proceder ao extermínio de 1 050 animais.

Mais de mil cães vadios foram mortos por envenenamento em Carachi, no Sul do Paquistão. De acordo com o governante da cidade, Rehan Hashmi, a ordem de abate dos animais terá surgido na sequência de numerosas queixas às autoridades de ataques a pessoas nas ruas.

Rehan Hashmi afirma que a cidade não tem recursos para albergar os cães em casas ou canis e como tal terá desenvolvido um programa para acabar com o problema da sobrepopulação animal.

Esse programa de extermínio prevê que mais dois mil cães possam vir a ser mortos, na próxima fase de campanha contra os animais. De acordo com as autoridades paquistanesas, há mais de 35 mil animais vadios em Carachi. Por ano, o município recebe cerca de 15 mil queixas de ataques, sobretudo a mulheres e crianças.

À semelhança do que acontece noutros países muçulmanos, na República Islâmica do Paquistão, os cães são considerados “impuros” e “sujos” e não devem conviver com os humanos. Também em Inglaterra, há uma petição para tentar proibir os animais de circularem em espaços públicos onde a maioria da população é islâmica.

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