Governo Regional considera “triste e negativo” que empresas da Zona Franca só beneficiem de IRC a 5% com lucros e emprego na Madeira

O Governo da Madeira considera que a proposta apresentada pelo Governo nacional é um “frete do tamanho do mundo” aos partidos da esquerda que aprovaram o Orçamento do Estado. O vice-presidente do executivo madeirense, Pedro Calado, afirmou que o país está a ser governado “por uma esquerda que não entende a criação de postos de trabalho, que não entende o que é vital para a Madeira”.

O vice-presidente do Governo da Madeira, Pedro Calado, considerou “triste e negativa”, a proposta apresentada pelo Governo da República que prevê que as empresas instaladas no Centro Internacional de Negócios da Madeira (CINM), ou zona Franca, só beneficiem de IRC a 5% com lucros e emprego gerados na Madeira.

“Não se entende este frete que o Governo da República está a fazer à esquerda para mudar por completo aquilo que está na origem do CINM. Dar benefícios fiscais ao volume de negócios apenas gerados na Madeira é alterar por completo o que está na génese do CINM. É um frete do tamanho do mundo aos partidos de esquerda que serviram para aprovar o Orçamento do Estado”, afirmou o governante.

“Estamos a ser governados por uma esquerda que não entende a criação de postos de trabalho, que não entende o que é vital para a Madeira que é trazer investimento internacional e colocar a Madeira na rota de todo o mundo em termos de trabalho, e trazer empresas multinacionais que cresçam a partir da Madeira”, vincou o vice-presidente do executivo madeirense.

Pedro Calado criticou ainda que o prolongamento dos benefícios fiscais, a empresas da zona franca, até 31 de dezembro de 2021, só tenha acontecido nos últimos dias, e “com imposições postas por partidos nacionais e não pela Comissão Europeia”. O governante referiu que a medida não levou em conta os interesses da região autónoma.

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