PremiumGoverno tenta travar adiamento do plano de reestruturação do Novobanco

As negociações com Bruxelas para o fim da reestruturação do Novobanco vão acelerar em setembro. O objetivo é obter já a aprovação, evitando que o processo derrape para 2023.

O Novobanco está há quase nove meses à espera da decisão de Bruxelas sobre o fim do plano de reestruturação.

Há negociações entre o Ministério das Finanças e a Direção da Concorrência Europeia (DGComp) para convencer esta autoridade com sede em Bruxelas a dar por concluída a reestruturação do Novobanco em dezembro 2021, apesar de não terem sido cumpridos, na totalidade, os 33 compromissos acordados em 2017. O Jornal Económico (JE) sabe que o banco está a colaborar com o Ministério liderado por Fernando Medina e que essas negociações vão acelerar durante este mês de setembro. O objetivo é que a Comissão Europeia dê já o “ok” ao fim deste processo, pois, caso contrário, a declaração da DG Comp poderá chegar apenas depois de serem auditadas as contas anuais de 2022, o que só vai acontecer nos primeiros meses do próximo ano. O Ministério das Finanças não quis comentar.

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