Premium“Grandes poderão ser pressionados a abrir as portas a investidores” estrangeiros

Chegada a Braga do grupo Qatar Sports Investments deverá gerar dois tipos de efeito no clube intervencionado e nos três “grandes” por arrasto. A competitividade irá ditar que tabus (como a maioria da SAD) que poderão cair.

A entrada do dono do PSG no capital social do Sp. Braga terá alguns efeitos no futebol português e não apenas necessariamente no clube intervencionado. Em entrevista ao JE, Miguel Farinha, partner e líder de Strategy and Transactions da EY, destaca que este negócio “é a confirmação do interesse no futebol português por parte de investidores internacionais”.

E o que ganham os “guerreiros” do Minho com esta entrada? “Enormes oportunidades não só no acesso a jogadores como também em termos comerciais, ao abrir portas a empresas participadas pelo fundo QSI como a Volkswagen, Shell e Disney que podem patrocinar e ser parceiros do clube”. Ainda do lado do Braga, este responsável da EY recorda que os bracarenses “têm vindo ao longo dos anos a estreitar o gap com os três grandes e com este investidor isso certamente ainda se tornará mais evidente. Para além disso, a profissionalização e internacionalização do futebol português torna os clubes cada vez mais empresas atrativas para investidores”.

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