Greenvolt aumenta emissão de dívida verde para 150 milhões (com áudio)

Emissão dirige-se a pequenos investidores e pode ser subscrita até 15 de novembro.

A Greenvolt aumentou a emissão de dívida verde de 100 milhões de euros para 150 milhões de euros, anunciou hoje a empresa.

Hoje era o último dia para a empresa aumentar o limite da sua emissão. A 25 de outubro, a energética liderada por João Manso Neto tinha anunciado uma linha de obrigações verdes no valor global de 100 milhões de euros com maturidades a cinco anos e uma taxa de juro fixa bruta de 5,2%. A data de reembolso é 18 de novembro de 2027.

Para subscrever é preciso um investimento mínimo de 2.500 euros, com cada obrigação a ter um preço unitário de 500 euros. A emissão pode ser subscrita até ao dia 15 de novembro por pequenos investidores. No total, serão emitidas 300 mil obrigações.

Retirando comissões, a receita líquida da Greenvolt atingirá 144,5 milhões de euros, sem a cobrança de quaisquer despesas aos subscritores.

Esta emissão de greenbonds destina-se a “financiar e/ou refinanciar projetos novos e/ou existentes de energias renováveis e de eficiência energética (incluindo, mas não limitados a, biomassa, solar, eólica, geração distribuída e armazenamento), controlo e prevenção integrados de poluição, transações de M&A (fusões e aquisições) no contexto do setor das energias renováveis e/ou outras despesas relacionadas e de suporte (como por exemplo despesas de pesquisa e desenvolvimento)”, segundo o prospeto.

Em 2021, a empresa já tinha realizado uma emissão dirigida a investidores institucionais com maturidade em 2028 e uma taxa de juro de 2,625%.

“Os investidores poderão transmitir ordens de subscrição no âmbito da Oferta até às 15h00 do dia 15 de novembro de 2022, inclusive. Cada destinatário da Oferta tem o direito de revogar ou alterar uma ordem de subscrição já transmitida através de comunicação dirigida ao intermediário financeiro que a tiver recebido até às 15h00 do dia 14 de novembro de 2022, inclusive, limite a partir do qual as ordens de subscrição não poderão ser alteradas e serão irrevogáveis”, explica a empresa na adenda ao prospeto hoje divulgado na CMVM.

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