Grupo ETE pode entrar na bolsa nacional

“Estamos prontos para isso. E poderá acontecer em Portugal se o mercado se tornar mais activo”, avança o presidente-executivo da empresa em relação à entrada em bolsa.

Bobby Yip/Reuters

O Grupo ETE já tornou pública a sua vontade de expansão para a América Latina, admitindo com esse fim uma entrada em bolsa de forma a obter fundos que permitam acelerar essa estratégia.

Uma opção sustentada pelo presidente-executivo da empresa que declarou aos meios de comunicação que “é improvável que aconteça em 2017, mas isso da oferta pública inicial pode acontecer. Estamos prontos para isso. E poderá acontecer em Portugal se o mercado se tornar mais activo”, acrescentando que a outra hipótese seria a outra a entrada de um investidor financeiro sem recurso ao mercado.

Luis Nagy, líder da empresa, explicou que a reorganização no grupo foi já uma preparação para a entrada de investidores, avançando que na mira da expansão se contam países como o Uruguai, Paraguai e Colômbia, podendo a estratégia da companhia, que teve receitas de 195 milhões de euros em 2015, passar por aquisições no meio.

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