Grupo Parpública e Águas de Portugal certificaram a adesão de 25 empresas aos princípios anticorrupção da ONU

Há 25 empresas do Grupo Parpública que aderiram ao Call to Action Anti-Corrupção das Nações Unidas, aos princípios anticorrupção.

Miguel Cruz, Presidente da Parpública

Há 25 empresas do Grupo Parpública que aderiram ao Call to Action Anti-Corrupção das Nações Unidas, aos princípios anticorrupção.

Hoje, dia Internacional contra a corrupção, 25 empresas do Grupo Parpública e Águas de Portugal certificaram a sua adesão ao Call to Action Anti-Corrupção – uma iniciativa das Nações Unidas, integrada nos seus objetivos de desenvolvimento sustentável, promovida pelo setor empresarial e da sociedade civil, com vista a sensibilizar os governos para o combate à corrupção.

“Com a extensão desta adesão às empresas participadas, a Parpública e a AdP pretendem dar continuidade ao compromisso que ambas assumiram a 18 de setembro, juntamente com a EPAL, ao aderir ao Apelo Anti-Corrupção, uma iniciativa do setor empresarial que pretende evidenciar o seu alinhamento como Princípio 10: Anticorrupção da ONU, e que vem realçar a importância da adoção generalizada de medidas anticorrupção, bem como da promoção de boas práticas e de processos robustos neste domínio”, diz o comunicado da holding do Estado.

Numa cerimónia onde estiveram presentes gestores destas 25 empresas e contou com a presença do Chair of the Board do Global Compact Network Portugal, Mário Parra da Silva, “foi destacada a importância de adoção de uma atitude pró-ativa anticorrupção e o facto de que as iniciativas contra este flagelo têm reflexos positivos relativamente aos outros objetivos de desenvolvimento sustentável”, diz a nota.

O responsável do Global Compact Network Portugal anunciou que as Nações Unidas vão criar uma Plataforma pela Integridade, convidando empresas de todos os países a aderir, acrescentando que Portugal será um país pioneiro nesta iniciativa.

“Este é um combate pela integridade: a corrupção é a doença, a integridade é a saúde”, referiu Mário Parra da Silva, salientando que Portugal não tem mais corrupção que outros países da Europa, mas “o que temos é uma elevada perceção da corrupção”.

Cláudio de Jesus, administrador do grupo AdP, declarou-se orgulhoso por todas empresas desta holding terem aderido ao apelo das Nações Unidas, salientando que “quem mais sofre com este fenómeno da corrupção, são aqueles que mais precisam”.

“A boa Governance de uma empresa ou instituição é elemento essencial para o crescimento inclusivo da economia”, afirmou Miguel Cruz, presidente da Parpública.

Da parte do Grupo Parpública, aderiram ao Call to Action, para além da própria AdP, as seguintes empresas:Baía do Tejo, Circuito do Estoril, Companhia das Lezírias, Florestgal, Fundiestamo, INCM, Sagesecur e SIMAB.

Já da parte do Grupo AdP, foram as seguintes as participadas aderentes: Águas do Norte, Águas do Douro e Paiva, SIMDOURO, SIMARSUL, Águas de Portugal Serviços Ambientais, Águas Públicas do Alentejo, Águas do Algarve, Águas da Região de Aveiro, Águas do Centro Litoral, Águas do Tejo Atlântico, EPAL, Águas de Portugal Energias, Águas de Portugal Internacional, Águas de Santo André e Águas do Alto Minho.

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