Guimarães, Belenenses e Paços: não ter dinheiro pode ser solução

“Quem não tem dinheiro, não tem vícios”. No futebol, tal como na vida, o velho ditado aplica-se e cria modelos de gestão desportiva que deverão passar a ser seguidos por outras equipas no futuro. Na edição 2014/2015 da Liga Portuguesa, três equipas low cost insistem em intrometer-se na luta por lugares europeus e quem sabe […]

“Quem não tem dinheiro, não tem vícios”. No futebol, tal como na vida, o velho ditado aplica-se e cria modelos de gestão desportiva que deverão passar a ser seguidos por outras equipas no futuro. Na edição 2014/2015 da Liga Portuguesa, três equipas low cost insistem em intrometer-se na luta por lugares europeus e quem sabe até na luta por um lugar na tão desejada Liga dos Campeões. Fazendo um exercício rápido tendo como termo de comparação a grande revelação do campeonato nas primeiras dez jornadas da Liga – o internacional brasileiro Talisca que custou aos cofres do SL Benfica cerca de 4 milhões de euros – chegamos à conclusão que bastaria um Talisca para pagar todo o orçamento para o futebol de equipas como o Vitória de Guimarães, Belenenses ou Paços de Ferreira. E nos três casos ainda sobrariam uns milhares de euros para um ou outro devaneio, sempre
enquadrado com o rigor orçamental.

Não existe uma receita comum a estes três clubes, além dos baixos orçamentos e da aposta clara nas camadas jovens, não necessariamente em jogadores portugueses. Relativamente à percentagem de atletas lusos em cada plantel, note-se que o Vitória aposta em 38,1% de portugueses mas mantém um compromisso com jogadores da formação. O Belenenses tem uma percentagem de 82,1% de portugueses no seu plantel e o Paços de Ferreira conta com 58,1% de atletas nascidos em Portugal. Os treinadores Rui Vitória, Lito Vidigal e Paulo Fonseca são treinadores muito conotados com os clubes que representam e os três assumem muito mais do que uma mera posição de treinador nos clubes.

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