Homicídio involuntário: Diretor-geral da LaMia acusado

O diretor geral da companhia Lamia vai comparecer diante de um juiz, depois de ter sido acusado por diversos delitos, incluindo o de homicídio involuntário, na sequência do acidente aéreo que matou 71 pessoas na semana passada.

Fotografia: Twitter 360 Radio Colombia

A audiência terá lugar hoje, na cidade de Santa Cruz, onde a companhia aérea boliviana tem sede, após Gustavo Vargas Gamboa ter estado até quarta-feira internado, sob custódia policial, num hospital da mesma localidade, para avaliar o seu estado de saúde.

Iván Quintanilla, um dos procuradores responsáveis pelo caso, revelou hoje que o diretor geral da LaMia, detido na terça-feira, foi imputado por “homicídio involuntário, lesões graves e gravíssimas e desastre na via aérea”.

A 29 de novembro, o avião da LaMia que transportava a equipa brasileira Chapecoense para Medellín caiu a poucos quilómetros da pista do aeroporto da cidade colombiana, com o acidente a provocar a morte de 71 dos 77 ocupantes.

Recomendadas

BNA levanta suspensão da participação no mercado cambial imposta ao Finibanco Angola

O Finibanco Angola tinha sido suspenso de participar no mercado cambial, por um período de 45 dias, pelo Banco Nacional de Angola (BNA), depois de o supervisor bancário angolano detectar incumprimentos durante uma inspecção pontual, em meados de agosto.

“Café com o CEO”. Assista à conversa com o Dr. Luís Teles, em direto a partir de Luanda

“Café com o CEO” é uma iniciativa promovida pela empresa angolana E.J.M, fundada por Edivaldo Machado em 2012, que procura dar a conhecer os líderes que estão a dar cartas em Angola e outros países da Lusofonia. Assista à sessão em direto de Luanda, capital angolana.

Rogério Carapuça: “Há que estar entre os primeiros, não ser o primeiro dos últimos”

O presidente da APDC considera que o desenvolvimento do sector das TIC se dá a um ritmo saudável apesar dos obstáculos concretos que ainda impedem o país de estar entre os melhores classificados. A capacitação e qualificação das pessoas e das empresas são desafios no topo da agenda, mas a simplificação é palavra de ordem para abandonar o paradigma da burocracia que assombra os serviços públicos, alerta Rogério Carapuça.
Comentários