Hotelaria. Ocupação e preços sobem, receitas também

No último ano, a performance da hotelaria portuguesa só tem conhecido um sentido, o da subida, e o mês de outubro não foi exceção.


Notice: Undefined offset: 1 in /var/www/vhosts/jornaleconomico.pt/httpdocs/wp-includes/media.php on line 1031

Notice: Undefined offset: 2 in /var/www/vhosts/jornaleconomico.pt/httpdocs/wp-includes/media.php on line 1031

Notice: Undefined offset: 1 in /var/www/vhosts/jornaleconomico.pt/httpdocs/wp-includes/media.php on line 1031

Notice: Undefined offset: 2 in /var/www/vhosts/jornaleconomico.pt/httpdocs/wp-includes/media.php on line 1031

Segundo dados de outubro agora apresentados pela Associação de Hotelaria de Portugal (AHP), oriundos do “AHP Tourism Monitor”, em comparação com o mês homólogo, a taxa de ocupação (TO) por quarto subiu 2,19 pontos percentuais (p.p.) situando-se ligeiramente acima dos 73%. E neste indicador, há ainda a salientar que todas as categorias registaram um aumento, evidenciando-se as unidades de duas estrelas que revelaram uma variação de mais 3,56 p.p, igualmente em termos homólogos. Neste capítulo, importa ainda reter que Lisboa, com 86,55%, lidera os destinos turísticos com a TO mais elevada. A capital é seguida pelo Grande Porto, com 81,88% e pela Madeira (81,41%).

Outro dos indicadores que comprovam a boa fase desta indústria, é o dos preços médios por quarto ocupado, o qual subiu 8,12%, fixando-se em 71,4 euros. Também o RevPar (preço médio por quarto disponível) se destaca com uma progressão de 11,48%, atingindo 52,16 euros. E uma vez mais, no RevPar, os destinos turísticos já referidos voltam ao pódio, com Lisboa a atingir 79,78 euros, o Grande Porto, 57,31 euros e a Madeira, 55,29 euros.

Por último, também as receitas traduzem o sucesso alcançado pela hotelaria portuguesa, quando comparadas com os resultados obtidos no mês homólogo de 2014. Enquanto a receita média por turista foi de 105 euros (mais 6,06%), com uma estadia média de 1,8 dias (valor inferior já que em outubro de 2014 se situava em 2,17%), a receita total por quarto disponível (TrevPar) foi de 78,01euros, traduzindo um aumento na ordem dos 10,67%.

Estes números vêem assim confirmar as previsões e expectativas dos hoteleiros que terminam o ano “muitos otimistas”, garantiu Cristina Siza Vieira, presidente da direção executiva da AHP, nesta apresentação que contemplou não só um balanço de 2015, como juntou as perspetivas para 2016, aliás, o mote do mais recente inquérito (“Balanço e Perspetivas”) realizado aos seus associados. Ficou ainda a nota de que os hoteleiros acreditam que em 2016 a TO e o RevPar continuarão numa trajetória ascendente.

Por Sónia Bexiga/OJE

Recomendadas

Greve na CP e IP suprimiu 701 comboios até às 18h00

A greve dos trabalhadores da CP – Comboios de Portugal e da Infraestruturas de Portugal (IP) levou à supressão de 701 comboios da CP entre as 00h00 e as 18h00.

Semapa aprova distribuição de reservas no montante de quase 100 milhões

Na Assembleia Geral Extraordinária da Semapa foi aprovada a proposta de distribuição de reservas no montante ilíquido por ação de 1,252 euros.

Bancos têm de cumprir reserva de fundos próprios de 0,25% a 1% em 2023

O BCP tem de ter uma reserva de 1%, tal como a CGD. O Santander e BPI têm de ter no seu rácio uma reserva de 0,5% e ao Banco Montepio é exigida uma reserva de 0,25%, tal como à Caixa de Crédito Agrícola. Sendo que todos têm de cumprir este ‘buffer’ a partir do dia 1 de janeiro de 2023, excepto o Crédito Agrícola.