Ikea aposta forte na China. Investimento será superior a mil milhões de euros

A Ikea vai iniciar a construção de um centro misto em Xangai, o maior da história da companhia, para responder ao aumento da procura daquele mercado.

O grupo sueco vai avançar com a construção de um centro misto na região de Xangai, na China, onde investirá um pouco mais de mil milhões de euros. O novo projeto, que funcionará com a marca Livat, a insígnia do grupo para aquele mercado, terá uma área de 430 mil metros quadrados e estará operacional no final de 2022.

O centro incluirá 120 mil metros quadrados de espaço comercial, com mais de 300 marcas nacionais e internacionais, além dos tradicionais móveis da multinacional sueca. Segundo avança a imprensa chinesa, o novo centro terá também 60 mil metros quadrados de espaço para escritórios.

No novo projeto, trabalharão cerca de três mil funcionários chineses, a segunda maior equipa logo a seguir à da sede da empresa na Suécia.

A Ikea, que apresentou pela primeira vez a marca Livat na China em 2009, já possui três projetos com essa marca no país.

A primeira loja da Ikea naquele mercado de enorme potencial abriu em Xangai em 2003 e desde então o projeto chinês não parou de crescer. Neste momento, a marca tem sete lojas no terreno.

Com esta nova aposta, o grupo sueco pretende responder ao enorme crescimento da classe média chinesa, que segundo estimativas do governo estará em forte crescimento ao longo dos próximos anos – dado que essa é uma opção central tomada há alguns meses. O plano ‘made in Chine 2025’ é precisamente gizado nesse sentido.

O peso do consumo interno no crescimento do produto chinês já ultrapassou, segundo os últimos dados os 70%.

Recomendadas

SAD do Sp. Braga com resultado positivo de 3,1 milhões de euros na época passada

Relativamente ao exercício financeiro que terminou a 30 de junho deste ano, que ainda não refletem a venda do passe futebolístico do defesa central David Carmo (transferência fechada para o FC Porto na ordem dos 20 milhões de euros), a SAD dos bracarenses destaca que este foi um período “pautado por múltiplos constrangimentos associados à pandemia”.

Sonaecom rasga acordo com Isabel dos Santos

“À Sonae passa a ser imputada uma participação na NOS de cerca de 36,8% do capital social e dos direitos de voto nessa sociedade”, detalha a empresa liderada por Cláudia Azevedo.

Toyota Caetano Portugal com lucros de 7,3 milhões no semestre

Em comunicado à CMVM, a Toyota Caetano Portugal diz que os resultados líquidos consolidados ascenderam a 7,3 milhões de euros, o que compara com 11,7 milhões em dezembro de 2021 e com 2,98 milhões em junho de 2021.
Comentários