Imobiliário na Irlanda. A melhorar resultados desde a crise

O crescimento do PIB na Irlanda mantém-se como o mais forte da zona euro, sendo expectável que exceda 5% e que mantenha o crescimento em 2016.


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O crescimento nas exportações aliado ao aumento de confiança nas finanças públicas e um crescimento do emprego sustentável colocam a Irlanda num país muito interessante para as empresas multinacionais.

Todos estes fatores contribuem para o dinamismo do setor dos escritórios que já ultrapassou 168 mil m2 este ano, refere a Worx. A maior operação no terceiro trimestre foi um arrendamento de 8000 m2 em Dublin 7.

Tendo em conta que, das dez maiores operações, apenas duas são no Central Business District (CBD), a situação é semelhante em tantas outras cidades europeias, as zonas prime apresentam uma oferta escassa com valores muito altos e as periferias começam a atrair as atenções com valores bastante mais competitivos.

A “vacancy rate” continua a descer, alcançando a marca mais baixa dos últimos 15 anos, abaixo dos 10%. A combinação da escassa oferta em localizações no CBD e a forte procura fazem com que as rendas obrigatoriamente subam. Neste momento, o valor médio da renda de escritórios em zona prime situa-se nos 592 euros anuais por m2 enquanto no ano passado se situava um pouco abaixo dos 500 euros.

Em pipeline, existem poucos ativos que só estarão disponíveis em 2017, ou seja, poderá ocorrer em algumas zonas uma “vacancy rate” de zero, especialmente nas zonas das docas de Dublin em que a “vacancy rate” se encontra abaixo dos 2%. No fim do 3.º trimestre o mercado de investimentos totaliza 2.200 milhões de euros a contar desde o início do ano. O foco dos investidores é o mercado de retalho.

OJE

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