PremiumInflação dá sinais de abrandar, mas alastra na Europa e EUA

A pressão nos preços criada pela energia abrandou em Portugal, nos EUA e noutras economias, mas a inflação subjacente continua a subir. Bancos centrais ficam obrigados a continuar com subidas dos juros.

A semana que agora fecha previa-se rica em dados quanto à evolução dos preços em agosto em várias economias ocidentais e não desiludiu: os dados confirmados trouxeram revisões em baixa para Portugal e em alta para Espanha, mas que cimentaram a redução em relação a julho; nos EUA, a queda foi menor do que esperado, lançando o caos nos mercados, e o Reino Unido retornou a uma taxa de apenas um dígito.

A leitura definitiva da inflação portuguesa em agosto mostrou uma variação homóloga de 8,9%, confirmando o recuo em relação aos 9,1% de julho e ficando abaixo dos 9% inicialmente estimados. O indicador em cadeia ficou em terreno negativo, apontando para uma redução de 0,3%, e a pressão abrandou nos produtos energéticos, que subiram 24,% em relação a igual período do ano passado, ou seja, 7,2 pontos percentuais (p.p.) abaixo do registado em julho.

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