Investigar e inovar por um desenvolvimento sustentável

Em Portugal, a despesa total em I&D (Investigação & Desenvolvimento) atingiu, globalmente, 2,268 milhões de euros, representando 1,34% do Produto Interno Bruto (PIB) nacional. Esta é uma das principais conclusões recentemente apresentadas pelo Inquérito ao Potencial Científico e Tecnológico Nacional (IPCTN13), a operação de recolha e divulgação de informação estatística oficial sobre atividades de I&D […]


Notice: Undefined offset: 1 in /var/www/vhosts/jornaleconomico.pt/httpdocs/wp-includes/media.php on line 1031

Notice: Undefined offset: 2 in /var/www/vhosts/jornaleconomico.pt/httpdocs/wp-includes/media.php on line 1031

Notice: Undefined offset: 1 in /var/www/vhosts/jornaleconomico.pt/httpdocs/wp-includes/media.php on line 1031

Notice: Undefined offset: 2 in /var/www/vhosts/jornaleconomico.pt/httpdocs/wp-includes/media.php on line 1031

Em Portugal, a despesa total em I&D (Investigação & Desenvolvimento) atingiu, globalmente, 2,268 milhões de euros, representando 1,34% do Produto Interno Bruto (PIB) nacional. Esta é uma das principais conclusões recentemente apresentadas pelo Inquérito ao Potencial Científico e Tecnológico Nacional (IPCTN13), a operação de recolha e divulgação de informação estatística oficial sobre atividades de I&D em Portugal, realizado em conformidade com critérios definidos a nível internacional pelo Eurostat (Gabinete Oficial de Estatísticas da União Europeia), em articulação com a OCDE (Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Económico).

Ainda sobre este cenário de I&D no nosso país, evidenciam-se as conclusões que apontam para que tenha sido o setor empresas a executar 47% da despesa total, quanto o setor ensino superior é responsável por 45%.

Assim, com o tecido empresarial a liderar em termos de investimento, o OJE foi ouvir um dos principais players em matéria de I&D, particularmente quando esta área é colocada ao serviço da sustentabilidade.
Assim, para a Galp Energia, a competitividade do seu setor, em particular na área de exploração e produção (a sua principal área de expansão), é cada vez mais exigente do ponto de vista tecnológico, pelo que o enfoque na inovação, na investigação e no desenvolvimento é cada vez mais determinante na produção de energia de forma segura, viável e competitiva.
A promoção da inovação, da investigação e do desenvolvimento tecnológico, é assumida pela Galp Energia “como fator diferenciador na criação de valor sustentável a médio e longo prazo”.

E como exemplo, a empresa aponta as atividades de exploração e produção, nas quais privilegia a utilização de equipamentos de última geração na fronteira da tecnologia no que refere à eficiência energética. As plataformas de perfuração e produção que utiliza nos campos de Angola, Brasil e Moçambique são “uma referência a nível mundial pelo seu desempenho, nomeadamente no que se refere aos sistemas de geração e distribuição”, esclarece.

A redução de emissões da atividade é igualmente uma das áreas de atuação prioritárias da empresa, assumindo, entre outros, o compromisso de dimensionar os nossos projetos de E&P para “zero flaring”, em condições normais de operação, reduzindo assim substancialmente as nossas emissões de carbono.

Na área de refinação, o projeto de conversão das refinarias permitiu o aumento da eficiência energética do aparelho refinador nacional, com reflexos ao nível das emissões e da performance ambiental no seu todo.

Para a Galp Energia, importa sublinhar que os próprios combustíveis fabricados atualmente são muito menos poluentes do que há vinte anos, o que levou a um enorme esforço de investigação, desenvolvimento e investimento em novas tecnologias que permitissem cumprir as normas europeias cada vez mais exigentes. Isso também se reflete no desenvolvimento de aditivos cada vez mais sofisticados que protegem os motores, mantendo a sua eficiência e contribuindo para a redução dos consumos e, consequentemente, para a proteção do ambiente.

Mundo académico: parceiro de excelência
Quanto a projetos em curso, a empresa destaca, entre outros, os muitos programas que têm ligados à investigação e ao mundo académico e que vão desde o maior programa de bolsas de estudo na área da eficiência energética, o programa “Galp 20 20 20”, com o Instituto Superior Técnico, a Universidade de Aveiro e a Faculdade de Engenharia da Universidade do Porto; até a programas de doutoramento na área da refinação; ou programas de investigação nas áreas da geologia e da engenharia de reservatórios.

A Galp Energia tem parcerias com as melhores universidades portuguesas e brasileiras nesta área, desenvolvidas também com a Petrobras.

A empresa destaca ainda o ISPG (Instituto do Petróleo e do Gás), criado em 2013, que pretende promover e divulgar o conhecimento técnico específico do petróleo e gás nos países de língua portuguesa. O ISPG Brasil foi criado para implementar uma das cláusulas do contrato de concessão dos projetos de E&P no Brasil, que prevê o investimento de uma percentagem dos proveitos resultantes da venda do petróleo em projetos de investigação e desenvolvimento.

Por Sónia Bexiga/OJE

Recomendadas

PRR, mesmo sem inflação, sofreria dos mesmos problemas

Execução da bazuca enfrentaria dificuldades com burocracia e mudanças na economia global, reforçando papel dos contabilistas.

Cabo Verde quer reforçar combate à pobreza com aumento de 25% da taxa turística

Governo liderado por Ulisses Correia e Silva prevê arrecadar 8,6 milhões de euros com o aumento da taxa, que serão canalizados para o fundo de financiamento Programa Mais, Mobilização pela Aceleração da Inclusão Social, concebido para apoiar projetos de combate à pobreza extrema e exclusão social, segundo a Forbes África Lusófona.

Receitas do turismo estão 14% acima das do pré-pandemia

Os resultados até agora obtidos são animadores, contudo a crescente subida dos preços traz alguma apreensão