Irlanda retira moedas de 1 e 2 cêntimos

As autoridades da Irlanda decidiram retirar de circulação gradualmente a partir de finais de outubro as moedas de um e dois cêntimos, noticia o jornal The Guardian. Com esta decisão, a Irlanda junta-se a outros países europeus, como a Bélgica, Suécia, Holanda, Finlândia ou Dinamarca, que optaram por uma solução idêntica. O banco central explicou […]


Notice: Undefined offset: 1 in /var/www/vhosts/jornaleconomico.pt/httpdocs/wp-includes/media.php on line 1031

Notice: Undefined offset: 2 in /var/www/vhosts/jornaleconomico.pt/httpdocs/wp-includes/media.php on line 1031

Notice: Undefined offset: 1 in /var/www/vhosts/jornaleconomico.pt/httpdocs/wp-includes/media.php on line 1031

Notice: Undefined offset: 2 in /var/www/vhosts/jornaleconomico.pt/httpdocs/wp-includes/media.php on line 1031

As autoridades da Irlanda decidiram retirar de circulação gradualmente a partir de finais de outubro as moedas de um e dois cêntimos, noticia o jornal The Guardian.

Com esta decisão, a Irlanda junta-se a outros países europeus, como a Bélgica, Suécia, Holanda, Finlândia ou Dinamarca, que optaram por uma solução idêntica. O banco central explicou que o custo de produção destas moedas é superior ao seu valor facial.

A partir de agora as transações que envolvam estas moedas serão arredondadas para os cinco cêntimos mais próximos, com a concordância dos compradores.

A retirada gradual das moedas em causa segue-se a uma experiência feita em 2013 que mostrou que a maioria dos consumidores e dos vendedores concordava com o arredondamento.

OJE

Recomendadas

Desflorestação na Amazónia cai pela primeira vez no Governo de Bolsonaro

A Amazónia brasileira perdeu 11.568 km2 de cobertura vegetal entre agosto de 2021 e julho de 2022, menos 11,3% que a devastada no ano anterior. É a primeira redução do desmatamento desde que Jair Bolsonaro chegou ao poder.

Israel: Netanyahu garante que vai manter a controlo sobre a extrema-direita

Primeiro-ministro designado insiste que os radicais com que formará governo não vão tomar o poder nas suas mãos. “Israel não será governado pelo Talmud”. A incógnita é o que acontecerá com o seu julgamento por corrupção.

Parlamento alemão define como genocídio a “grande fome” na Ucrânia

O parlamento alemão aprovou uma resolução que define de genocídio o ‘Holodomor´’, a “grande fome” que atingiu a Ucrânia em 1932-1933 e que terá vitimado mais de três milhões de ucranianos.