Premium“Isto de não crescer, em bom português, é uma chatice”

Três décadas depois da consagração de Maastricht, a dívida pública portuguesa “explodiu”, diz o ex-ministro da Economia, Daniel Bessa.

A implementação do Tratado de Maastricht, a 1 de janeiro de 1993, estabeleceu as bases do que veio a ser a moeda única europeia. Pessoas, bens e serviços passaram a poder circular livremente no espaço comunitário.

Antes dessa data, Portugal era um país muito diferente, é certo, mas apesar da melhoria sustentada nalguns indicadores, outros deixam a desejar quando comparados com os dos congéneres europeus ou outras economias emergentes que vieram a integrar a Organização Mundial do Comércio. Alguns são mesmo “um desastre”, assinala o ex-ministro da Economia, Daniel Bessa, ao Jornal Económico. É o caso da dívida pública que passou dos 49,3% do PIB, no início da década de 90, para mais de 125,5% em 2021, segundo os últimos cálculos do INE.

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