Japão alarga sanções a 71 empresas e 141 pessoas ligadas à Rússia

O governo japonês anunciou uma nova ronda de sanções contra Moscovo, que inclui o congelamento dos bens de 141 pessoas, entre os quais o primeiro-ministro russo, e a proibição das exportações para 71 empresas russas.

O governo japonês anunciou uma nova ronda de sanções contra Moscovo, que inclui o congelamento dos bens de 141 pessoas, entre os quais o primeiro-ministro russo, e a proibição das exportações para 71 empresas russas.

As novas medidas punitivas destinam-se a contribuir para os “esforços internacionais” pela paz na Ucrânia, informou hoje o Ministério dos Negócios Estrangeiros japonês, num comunicado.

Altos funcionários políticos, empresários e militares de Moscovo e das repúblicas pró-russas de Lugansk e Donetsk, além do primeiro-ministro russo, Mikhail Mishustin, juntam-se à lista de pessoas já sujeitas a sanções, como é o caso do Presidente russo Vladimir Putin.

A Rússia invadiu a Ucrânia em 24 de fevereiro e a ofensiva militar provocou já a morte de mais de três mil civis, segundo a ONU, que alerta para a probabilidade de o número real ser muito maior.

A ofensiva militar causou a fuga de mais de 13 milhões de pessoas, das quais mais de 5,5 milhões para fora do país, de acordo com os mais recentes dados da ONU.

A invasão russa foi condenada pela generalidade da comunidade internacional, que respondeu com o envio de armamento para a Ucrânia e o reforço de sanções económicas e políticas a Moscovo.

Recomendadas

“Senhor PRR” alerta que guerra e inflação são riscos acrescidos ao plano

O novo presidente da Comissão Nacional de Acompanhamento do Plano de Recuperação e Resiliência (PRR) considera que a guerra na Ucrânia e a inflação são riscos acrescidos ao plano que precisam de estratégias para serem mitigados.

Pedro Dominguinhos é o novo presidente da comissão de acompanhamento do PRR

A Comissão Nacional de Acompanhamento do PRR era presidida por António Costa Silva, que entretanto tomou posse como ministro da Economia e do Mar no atual Governo.

PremiumIndefinição no SEF gera críticas pela degradação do serviço

Novo adiamento da extinção do SEF leva partes interessadas a questionarem a degradação dos serviços. Agendamentos para reagrupamento familiar chegam a demorar um ano a marcar.
Comentários