JE Podcast: Ouça aqui as notícias mais importantes desta quarta-feira, 7 de setembro

Da economia à política, das empresas aos mercados, ouça aqui as principais notícias que marcaram o dia informativo desta quarta-feira.

 

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“Aquilo que quero reafirmar, primeiro, é que ninguém perderá um cêntimo relativamente àquilo que receberia até ao final de 2023, e mais, que em 2024 não vai receber menos do que recebeu em 2023”, declarou António Costa aos jornalistas à margem da cerimónia de designação do aeroporto de Faro como aeroporto Gago Coutinho.

O chefe do Governo foi confrontado com críticas à medida, designadamente, aquelas segundo as quais a medida de um suplemento extraordinário das pensões em outubro, com congelamento da forma de cálculo, pode vir a ter como consequência a perda de rendimento em 2024 e mostrou-se “surpreendido” com esse “debate político”, garantindo que dentro de um ano é que se fixarão esses aumentos.
 

 
O PIB na zona euro avançou 0,8% em cadeia no segundo trimestre, o que resulta numa variação homóloga de 4,1%, de acordo com os dados lançados pelo Eurostat esta quarta-feira. Já o emprego expandiu 0,4% no mesmo período, isto numa análise em cadeia, com a taxa de variação homóloga a chegar a 2,7%.

No primeiro trimestre, a economia da moeda única havia crescido 0,7%, tal como o seu emprego, ambos os valores numa comparação em cadeia.
 

 
O banco Goldman Sachs alerta que o mercado está a desvalorizar a profundidade e longevidade da crise energética na Europa, que terá repercussões estruturais ainda mais fortes do que as registadas na crise petrolífera dos anos 70 e prevê um aumento de 2 biliões de dólares na fatura da energia na Europa até 2023, segundo noticia a Bloomberg. Isto é, a subida dos preços da energia vai custar 2 biliões de dólares (2,015 biliões de euros) às famílias da zona euro.

O banco de investimento refere que esses 2 biliões de dólares, equivalem a 15% do PIB da zona euro e realça a necessidade de intervenção por parte dos governos dos países.
 

 
Os consumidores podem, a partir de hoje, mudar do mercado liberalizado para o mercado regulado do gás, naquela que foi uma das medidas adotadas pelo Governo para ajudar a responder ao contexto atual de inflação e aumento do custo de vida. O decreto-lei que regula este regime excecional foi publicado ainda na terça-feira em Diário da República.

“De forma a evitar que um encarecimento dos preços finais do gás natural, em termos que oneram as famílias e os pequenos negócios, há que proceder à aprovação de um regime excecional e temporário, permitindo a clientes finais com consumos anuais inferiores ou iguais a 10.000 m3 o regresso ao regime de tarifas reguladas, harmonizando este regime com o já existente no sector da eletricidade”, pode ler-se no decreto-lei que entra em vigor esta quarta-feira.
 

 
O Presidente russo, Vladimir Putin, disse que vai falar com o seu homólogo turco, Recep Tayyip Erdogan, para exigir que os cereais ucranianos se dirijam para “os países mais pobres” e não para a Europa.

“Excluindo a Turquia como mediadora, praticamente todos os cereais que saem da Ucrânia não vão para os países mais pobres, mas para a Europa”, disse hoje Putin.
 

 
A Iniciativa Liberal (IL) pediu hoje ao ministro da Administração Interna o acesso a alegados relatórios internos sobre o SIRESP que evidenciam “falhas e anomalias graves” deste sistema.

Em declarações à agência Lusa, o deputado liberal Rui Rocha explicou que em causa está a denúncia feita pela Associação de Proteção Civil (APROSOC) à Procuradora-Geral da República “baseada na existência de relatórios internos do SIRESP que evidenciam a existência de falhas e anomalias graves” desta rede de comunicações.
 

 
O secretário-geral da ONU defende que os Estados Unidos devem entregar à delegação russa vistos para ações a decorrer nas Nações Unidas, principalmente durante a Assembleia Geral deste mês, disse hoje o seu porta-voz.

“Esta é uma questão que temos repetidamente levantado com o país anfitrião (EUA) e que nos foi trazida pela Federação Russa. Acho que o secretário-geral acredita muito que os vistos devem ser entregues à delegação russa e às delegações que têm negócios a serem tratados nas Nações Unidas, especialmente durante a Assembleia Geral”, disse hoje o porta-voz, Stéphane Dujarric, no seu ‘briefing’ diário à imprensa.
 

 
“Não é a forma mais eficaz, ou a maneira mais contundente de responsabilizar a Rússia pelas suas ações”, destacou a porta-voz da presidência norte-americana (Casa Branca), Karine Jean-Pierre, em declarações aos jornalistas.

A reação surgiu horas depois do Presidente norte-americano, Joe Biden, ter recusado publicamente acrescentar Moscovo à ‘lista negra’ do Departamento de Estado.
 

 
Augusto Santos Silva visitou hoje a Feira do Livro de Lisboa, tendo sido questionado pela agência Lusa sobre o pacote de medidas de apoio às famílias para fazer face à inflação apresentado pelo primeiro-ministro, António Costa, na segunda-feira.

“O que eu registo, como presidente da Assembleia da República, é que como o primeiro-ministro tinha anunciado no debate em julho, o Governo apresentou ontem à Assembleia da República uma proposta de lei com um conjunto de medidas. A Assembleia da República começou a fazer a sua parte”, começou por responder.

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