JE reforça liderança nos económicos após duplicar circulação nos primeiros 10 meses de 2019

Circulação total do Jornal Económico disparou 97%, em termos homólogos, entre janeiro e outubro, permitindo manter a liderança face ao “Jornal de Negócios”. A circulação digital (assinaturas e vendas digitais) tem sido o principal ‘driver’ de crescimento. Obrigado pela sua preferência!

A circulação do Jornal Económico atingiu o valor mais elevado de sempre no quinto bimestre de 2019, segundo o Boletim da Associação Portuguesa de Controlo de Tiragem e Circulação (APCT), divulgado esta terça-feira.

De acordo com esta associação que audita os números das principais publicações nacionais, a circulação paga do JE atingiu uma média de 10.278 exemplares por edição em outubro, em papel e digital, mantendo a liderança no segmento dos jornais económicos alcançada no bimestre anterior, à frente do “Jornal de Negócios”, que em outubro registou uma circulação média paga de 8.747 exemplares por edição.

Por sua vez, a circulação total do JE (incluindo os exemplares oferecidos ou vendidos com desconto) também é a mais elevada no segmento, atingindo uma média de 12.788 exemplares por edição em outubro, face aos 11.130 do bimestre anterior, e contra os 10.672 do “Negócios”. O diário da Cofina continua, no entanto, a liderar em termos de circulação impressa total (formato em papel), com uma média de 5.750 exemplares em outubro, contra os 4.389 da edição semanal do Jornal Económico.

A circulação digital (assinaturas e vendas digitais) tem sido o principal driver de crescimento do Jornal Económico, sobretudo desde o lançamento da plataforma JE Leitor, no início de 2018. Neste segmento, o JE lidera com uma média de 8.399 exemplares, contra os 4.872 do principal concorrente.

Circulação duplica nos primeiros 10 meses do ano

O Jornal Económico lidera também na circulação total média nos primeiros 10 meses do ano, beneficiando de um disparo de 97%, em termos homólogos para 10.294 exemplares, ligeiramente acima dos 10.274 exemplares do “Negócios”, que registou um recuo homólogo de 1%.

Ainda no segmento dos económicos, a revista mensal “Exame” registou uma queda homóloga de 22% na circulação total média entre janeiro e outubro para 8.234 exemplares, enquanto a circulação do semanário “Vida Económica” ficou praticamente inalterada nos 5.693 exemplares.

Record cai, mas mantém liderança destacada

Nos desportivos, o jornal Record é o líder destacado. Nos primeiros 10 meses de 2019, o impresso do grupo Cofina registou uma circulação total de 34.139 exemplares, o que significou uma queda de 5% em termos homólogos. Ainda assim, estas vendas são quase o dobro, quando comparado com o jornal “O Jogo”, que verificou uma queda de 7% para os 17.609 jornais. De referir que o jornal “A Bola” não tem os seus números auditados neste relatório.

Correio da Manhã comanda os generalistas

Apesar de registar uma queda de 7%, o Correio da Manhã foi o jornal generalista quem mais vendeu no período entre janeiro e outubro, com 78.695 exemplares em média. Segue-se o semanário Expresso, com 88.083 jornais vendidos, menos 2% do que no período homólogo. O Jornal de Notícias, registou uma quebra de 7% para 45.840 exemplares, enquanto o jornal Público, foi a excepção na tendência do segmento, conseguindo uma ligeira subida de 1% para 34.021 exemplares de circulação total nos 10 meses.

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