Joe Biden expressa alívio pela reeleição de Macron

O presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, expressou esta segunda-feira o seu alívio pela reeleição do seu homólogo francês, Emmanuel Macron, e disse não ter conseguido contactá-lo no domingo para o felicitar pela vitória contra Marine Le Pen.

“Gosto (dos resultados) das eleições francesas”, afirmou aos jornalistas Joe Biden, quando aterrou nos arredores de Washington, depois de passar o fim-de-semana em Delaware.

O chefe de Estado norte-americano afirmou que tentou contactar Macron no domingo, mas não conseguiu, e que planeava falar com o seu homólogo francês hoje.

“Tentei falar com ele ontem à noite. Falei com o seu gabinete e (disseram-me que) ele estava na Torre Eiffel, a divertir-se. Vou falar com ele hoje”, disse Biden.

Macron fez o seu discurso de vitória no domingo na Torre Eiffel, onde reconheceu que o resultado das eleições pinta um quadro de “um país cheio de dúvidas” e prometeu abrir “uma nova era”, com uma “nova ambição”.

O Presidente francês foi reeleito com 58,54% dos votos na segunda volta das eleições presidenciais em França este domingo. A sua rival, Marine Le Pen, obteve 41,46% dos sufrágios, de acordo com resultados provisórios.

Emmanuel Macron viu evaporar-se metade da vantagem eleitoral que lhe valeu a presidência há cinco anos. O resultado deste escrutínio destapa divisões profundas num país marcado por várias crises durante o seu mandato, desde os “coletes amarelos” até à pandemia da covid-19.

Recomendadas

Biden lamenta “crise de fé” e desafia jovens contra divisão e ódio nos Estados Unidos

O presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, lamentou este sábado a divisão e o ódio no país, que sofre uma “crise de fé” nas instituições, e desafiou os jovens a trabalharem para curar as feridas da nação.

Ucrânia: Macron e Scholz pedem a Putin libertação de 2.500 militares de Azovstal

O presidente francês, Emmanuel Macron, e o chanceler alemão, Olaf Scholz, pediram este sábado ao presidente russo Vladimir Putin para libertar 2.500 combatentes ucranianos que estavam na fábrica de aço Azovstal, em Mariupol, e foram feitos prisioneiros pelos russos.

PremiumDavos discute globalização na era da desglobalização

Depois da pandemia e da guerra na Ucrânia, a globalização nunca mais será a mesma. Na Suíça, os líderes mundiais tentaram descobrir como será o futuro, com todas as fronteiras e limites que as crises estão a criar.
Comentários