Jornalista morre aos 27 anos em acidente. CM e CMTV recordam coragem e profissionalismo de Marta Louro

A jornalista morreu em acidente de viação em serviço. O condutor do motociclo, Ricardo Bernardo de 30 anos, encontra-se em estado grave.

Morreu aos 27 anos de idade a jornalista do Correio da Manhã/CMTV Marta Louro em acidente de viação na tarde de quarta-feira.

A repórter deslocava-se como passageira num motociclo da empresa e em serviço. O condutor, Ricardo Bernardo de 30 anos e pertencente à empresa, encontra-se atualmente no hospital de Santa Maria com prognóstico reservado, segundo o “CM”.

“Os sonhos de Marta, os que se concretizaram e os que foram ficando pelo caminho, construíram uma jornalista corajosa e cheia de brio profissional. Construíram também uma pessoa profundamente generosa, humanista, que, ao longo da vida, fez do serviço aos outros e à comunidade também uma missão”, recorda a direção da CM/CMTV hoje em editorial no jornal diário.

“Ontem, caiu em serviço. A sua vida foi estupidamente ceifada na selva do asfalto. Perante a sua eterna memória, curvamo-nos num longo adeus. O seu exemplo como jornalista e ser humano ficará no fundo dos nossos corações e no projeto”, pode-se ler no editorial.

O Presidente da República já apresentou as suas condolências: Marcelo Rebelo de Sousa disse que “tomou conhecimento, com consternação, da morte da jornalista Marta Louro, em deslocação de trabalho, apresentando à família e amigos sentidos pêsames”.

Também a administração da Cofina apresentou as suas “mais sentidas condolências à família, bem como a sua solidariedade a colegas e amigos neste momento de dor”.

A corporação dos Bombeiros de Colares (Sintra), cujo comandante, António Pedro Louro, é pai de Marta Louro escreveu na sua página: “Morrem jovens aqueles que os deuses amam”.

Licenciada em Ciências da Comunicação na Universidade Autónoma de Lisboa, Marta Louro estagiou no Correio da Manhã. Depois, trabalhou na rádio em Beja. Mais tarde, regressou em Lisboa e ingressou no CM e na CMTV.

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