José Carlos Costa Barros conquista Prémio Leya 2021 com “As Pessoas Invisíveis”

O Prémio LeYa “é atribuído por prova cega, sendo a autoria dos romances desconhecida ao longo de todo o processo de leitura e avaliação”.

José Carlos Costa Barros venceu o Prémio Leya 2021, por unanimidade do júri, com a obra “As Pessoas Invisíveis”, anunciou hoje a organização.

O anúncio foi feito na sede do grupo LeYa, em Alfragide, nos arredores de Lisboa, depois de dois dias de reuniões do júri ao qual presidiu Manuel Alegre.

Além do escritor Manuel Alegre, o júri da edição deste ano foi constituído pela poetisa angolana Ana Paula Tavares, pela jornalista portuguesa Isabel Lucas, pelo professor de Literatura Portuguesa na Universidade de Coimbra José Carlos Seabra Pereira, pelo professor de Letras e ex-reitor da Universidade Politécnica de Maputo Lourenço do Rosário, pelo escritor Nuno Júdice e pelo editor, jornalista e tradutor brasileiro Paulo Werneck.

O Prémio LeYa “é atribuído por prova cega, sendo a autoria dos romances desconhecida ao longo de todo o processo de leitura e avaliação”. “A autoria do romance vencedor, selada em sobrescrito, apenas é conhecida depois de tomada a decisão do júri”, explica o grupo editorial.

Em 2010, 2016 e em 2019 o júri não atribuiu o galardão, justificando “falta de qualidade” das obras candidatas. No ano passado, o prémio foi suspenso por causa da pandemia.

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